Comunidades de práticas virtuais dos técnicos administrativos em educação de Instituições de Ensino Superior

Jacqueline de Castro Rimá, Joana Coeli Ribeiro Garcia, Maria das Graças Targino

Resumo


Apresenta-se a “Gestão pública dos técnicos administrativos em educação” (GPTAE) à luz das comunidades de práticas virtuais como um grupo que, se utilizando dessa estratégia, amplia e desenvolve conhecimentos entre os componentes oriundos de várias regiões e vinculados a diferentes instituições de ensino superior (IES) brasileiras. Trata-se de estudo de caso, realizado por meio de pesquisa documental, bibliográfica e observação participante, com abordagem qualitativa e uso de netnografia. Os resultados atestam extrapolação da comunidade de prática virtual. As ações saem do campo virtual e se materializam como consequência da união e do engajamento dos envolvidos. Infere-se que a comunidade GPTAE preocupa-se com o aprendizado coletivo, com a atualização e a gestão dos conteúdos gerados e disseminados entre seus integrantes, como também incentiva o compartilhamento de conhecimentos através de editais anuais para publicação de electronic books (ebooks).


Palavras-chave


Comunidades de práticas virtuais. Comunidades de práticas. CoP. Gestão pública dos técnicos administrativos em educação. Equipe GPTAE.

Texto completo:

PDF/A HTML

Referências


ALBUQUERQUE, F. M. F. Ciberativismo do consumidor: retaliação e vingança em comunidades virtuais antimarca. 2010. 141 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2010.

BRASIL. Constituição 1988. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado,1988.

CHAMMÉ, P. S.; UMEDA, G. M. A formação de comunidades virtuais no ambiente dos weblogs. In: CONGRESSO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO SUDESTE, 15., 2010, Vitória, ES. Anais... Vitória, ES: ESPM, 2010.

CHAVES, E. A. de O. et al. (Org.). Gestão pública: a visão dos técnicos administrativos em educação das universidades públicas e institutos federais. Salvador: PontoCom, 2015. v.2.

FELDMAN-BIANCO. B. (Org.). Antropologia das sociedades contemporâneas: métodos. 2.ed. São Paulo: Unesp, 2010.

FIORENTINI JÚNIOR, B. Prefácio. In: TEIXEIRA FILHO, Jayme. Comunidades virtuais: como as comunidades de práticas na internet estão mudando os negócios. Rio de Janeiro: SENAC, 2002.

GESTÃO Pública: a visão dos técnicos administrativos em educação das universidades públicas e institutos federais (GPTAE). 2016. Disponível em: < https://taepublicaartigoselivros.wordpress.com>. Acesso em: 10 jul. 2016.

HESSEN, J. Teoria do conhecimento. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

JONES, S. G. (Org.). Virtual culture: identity & communication in cybersociety. California: Thousand Oaks, 1997.

KOZINETS, R.V. On netnography: initial reflections on consumer research investigations of cyberculture. In: ALBA, J.; HUTCHINSON, W. (Ed.). Advances in Consumer Research. Provo, UT: Association for Consumer Research, 1998. p. 366-371.

MACHADO, N. J. Apresentação. In: SAIANI, Cláudio. O valor do conhecimento tácito: a epistemologia de Michael Polanyi na escola. São Paulo: Escrituras, 2004.

NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação do conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. 7.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

PALÁCIOS, M. Cotidiano e sociabilidade no ciberespaço. In: O indivíduo e as mídias. Rio de Janeiro: Diadorim, 1996.

POLANYI, M. The logic of tacit inference. In: _________. Knowing and being: essays. Chicago: The University of Chicago Press, 1969.

POLANYI, M. Personal knowledge towards a post-critical philosophy. Chicago: The University of Chicago Press, 1962.

RECUERO, R. C. Comunidades virtuais: uma abordagem teórica. Ecos Revista, Pelotas, v. 5, n. 2, p. 109-126, 2001.

RHEINGOLD, H. The virtual community: table of contents. [S.l. : s.n.],1996. Disponível em: . Acesso em: 28 out. 2016.

ROLAND, Marie-Claude. Convite aos pesquisadores para uma reflexão sobre suas práticas de pesquisa. In: VOGT, Carlos (Org.). Cultura científica: desafios. São Paulo: FAPESP, 2006.

SAIANI, C. O valor do conhecimento tácito: a epistemologia de Michael Polanyi na escola. São Paulo: Escrituras, 2004.

SANTOS, A. I. dos et al. (Org.). A gestão pública na visão dos técnicos administrativos em educação das universidades públicas e institutos federais. São Paulo: Digital Books, 2014. v. 1.

TAFARELO, C. S. C. Análise crítica entre etnografia e netnografia: métodos de pesquisa empírica. In. INTERPROGRAMAS DE MESTRADO FACULDADE CÁSPER LÍBERO, 9., 2014. São Paulo. Anais... São Paulo: Faculdade Cásper Líbero, 2014.

TEIXEIRA FILHO, J. Comunidades virtuais: como as comunidades de práticas na internet estão mudando os negócios. Rio de Janeiro: SENAC, 2002.

WENGER, E. Communities of practice: learning, meaning and identity. Cambridge: Cambridge University Press, 1998.

WENGER, E. Communities of practice and social learning systems: the career of a concept. In. BLACKMORE, C. (Ed.). Social learning and communities of practice. Londres: Springer-Verlag, 2010. p. 179-198.




DOI: http://dx.doi.org/10.32810/2525-3468.ip.v2i1.2017.6244

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2017 Informação em Pauta

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Revista filiada a:

  Crossref Member Badge

 

Indexadores e diretórios: