Individualidades baldias: secura e liquidez no contemporâneo

  • Bianca S. Damasceno
Palavras-chave: Vidas Secas, Vida Líquida, Contemporaneidade, Psicanálise

Resumo

O artigo estabelece uma relação entre o homem trabalhado na obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos e o homem de Vida Líquida, de Zygmunt Bauman, no que tange à hostilidade do sistema vivido por ambos. A partir daí, enfatiza a importância da palavra na constituição do “homem-sujeito” que, tendo respeitada a sua fala, é capaz de ser ‘dono’ de sua própria voz. Ressalta-se, com isso, a relevância e a validade da psicanálise no contemporâneo já que esta tem por fundamento o discurso do sujeito como o seu verdadeiro capital.

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Biografia do Autor

Bianca S. Damasceno
Jornalista; Mestre em Psicanálise, Saúde e Sociedade - Universidade Veiga de Almeida (Rio de Janeiro, RJ, Brasil). Pós-graduada em Gestão Estratégica de Serviços – MBA/Fundação Getulio Vargas (Rio de Janeiro, RJ, Brasil). Atua em empresas e em escritório próprio, com foco em Organização de Idéias e Comunicação Humana.
Publicado
2012-01-01
Como Citar
Damasceno, B. S. (2012). Individualidades baldias: secura e liquidez no contemporâneo. Revista De Psicologia, 3(1), 141-146. Recuperado de http://periodicos.ufc.br/psicologiaufc/article/view/110
Seção
Artigos