Histórias de morte e luto: um estudo sócioantropológico da vivência da morte em um grupo operativo no CRAS

Andréia Santiago Sobreira Santos Souza, Franklin Santana Santos

Resumo


O  presente  artigo  inicia  apresentando  uma  reflexão  sócioantropológica  sobre  a  relação  saúde  e  doença,  demonstrando  a  partir
desses indicadores que a morte e luto, os quais queremos destacar, podem ser lidos através de múltiplos impulsionadores e bases
epistemológicas. Aqui escolhemos a Antropologia e a Sociologia. Através da exposição de análises de textos dentro da abordagem
sócio-antropológica  gostaríamos  de  reforçar  a  necessidade  desse  olhar  multidisciplinar,  destacando  seu  caráter  enriquecedor  e
clareador para o estudo da morte e do luto. Para tanto, nos propomos a narrar uma vivência em um grupo operativo numa unidade de
Centro de Referência em Assistência Social (CRAS), onde o assunto “morte” surgiu como fator disparador de experiências passadas,
relacionadas a perdas e luto. A observação desse fenômeno coletivo nos instigou a refletir sobre a morte como uma construção social
ainda atrelada a aspectos negativos e de superação (luto) desafiadora, fora do âmbito de trabalho em saúde, necessariamente.

Palavras-chave


Morte; Luto; Construção social; Grupo operativo

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