Uma barragem contra o gozo mortífero: a escrita de Marguerite Duras entre o amante e a mãe

  • Vivian Ligeiro Universidade Estadual do Rio de Janeiro
Palavras-chave: Devastação, Catástrofe, Mãe, Amante, Marguerite Duras

Resumo

O trabalho tem como objetivo discutir os conceitos de “Catástrofe” e “Devastação”, empregados por Freud e Lacan, respectivamente,
para  nomear  a  relação  ambivalente  entre  a  mãe  e  a  filha,  da  qual  o  parceiro  amoroso  é  herdeiro.  Lançaremos  mão  da  produção
literária de Marguerite Duras, sobretudo de sua obra “O amante” a fim de facilitar a elucidação e a transmissão de tais conceitos.
Nessa  perspectiva,  desejamos  também  empreender  um  breve  comentário  acerca  do  gozo  feminino,  do  amor  e  da  morte,  evocados
neste romance de Duras.

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Biografia do Autor

Vivian Ligeiro, Universidade Estadual do Rio de Janeiro
Psicanalista. Doutoranda em psicanálise, pesquisa e clínica pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Professora adjunta da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO/Juiz de Fora - MG). Associada ao Corpo Freudiano - Escola de Psicanálise do Rio de Janeiro.

Referências

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p.15-29, agosto.

Publicado
2016-03-29
Como Citar
Ligeiro, V. (2016). Uma barragem contra o gozo mortífero: a escrita de Marguerite Duras entre o amante e a mãe. Revista De Psicologia, 6(2), 90-94. Recuperado de http://periodicos.ufc.br/psicologiaufc/article/view/2584
Seção
Artigos