Associação entre polifarmácia e adesão ao tratamento farmacológico em pacientes com diabetes

Kiarelle Lourenço Penaforte, Samila Torquato Araújo, Virginia Oliveira Fernandes, Islene Victor Barbosa, Virna Ribeiro Feitosa Cestari, Renan Magalhães Montenegro Júnior

Resumo


Objetivo: avaliar a ocorrência da polifarmácia e sua associação com a adesão ao tratatamento farmacológico em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Métodos: estudo transversal realizado com 235 portadores de diabetes mellitus tipo 2 por meio de entrevista sobre os dados sociodemográficos e clínicos, a terapêutica medicamentosa prescrita e a adesão ao tratamento. Para análise dos dados foram utilizados os testes t de Student e qui-quadrado, com nível de significância p<0,05. Resultados: a polifarmácia foi evidenciada em 88,4% dos casos com predomínio da moderada. Foram utilizados, em média, 7,5 comprimidos por pessoa dentre os 19 tipos de fármacos prescritos. A adesão à terapêutica prescrita foi relatada por 88,2% dos pacientes avaliados e não houve associação com a polifarmácia (p=0,266). Conclusão: foi verificado que a polifarmácia é uma condição de elevada prevalência e não está associada a pior adesão à terapêutica.

Palavras-chave


Diabetes Mellitus Tipo 2; Terapêutica; Polimedicação; Adesão à Medicação; Enfermagem.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15253/rev%20rene.v18i5.30827

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