Fontes estressoras em pacientes de unidade de terapia intensiva neonatal

Samuel Oliveira da Vera, Márcia Teles de Oliveira Gouveia, Amanda Lúcia Barreto Dantas, Silvana Santiago da Rocha

Resumo


Objetivo: analisar as fontes estressoras em pacientes de unidade de terapia intensiva neonatal. Métodos: estudo transversal, desenvolvido em maternidade pública de referência, com 60 profissionais de enfermagem que prestaram cuidados aos 24 recém-nascidos internados. Para coleta de dados, foi utilizado questionário sociodemográfico e Escala de Estressores em Unidades de Terapia Intensiva, esta para identificação dos fatores estressores. Foi adotado valor de p<0,05 para os testes. Resultados: do total de profissionais, 18 (30,0%) eram enfermeiros. A maior parte dos recém-nascidos era prematuro-moderado, com tempo de internação entre oito e 15 dias. Ser furado por agulhas foi o fator de maior estresse e silenciar alarmes a principal ação mencionada como estratégia de redução de fatores estressores. Conclusão: as 15 fontes estressoras avaliadas apresentaram escores médios elevados, mostrando que a unidade de terapia intensiva neonatal se configura como ambiente que varia entre estressante e muito estressante para recém-nascidos.


Palavras-chave


Unidades de Terapia Intensiva Neonatal; Recém-Nascido; Ruídos; Iluminação; Estresse Mecânico.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15253/2175-6783.2018193478

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