Fatores associados ao óbito e à reposição volêmica em pacientes com trauma por lesões penetrantes

  • Márcia Cristine Pires Travassos Universidade do Estado do Amazonas
  • Isabel Cristina Bandeira da Silva Universidade do Estado do Amazonas-UEA
  • João Paulo Bessa de Lima Universidade do Estado do Amazonas-UEA
  • Celso Martins Fonseca Universidade do Estado do Amazonas-UEA
  • Jacqueline de Almeida Gonçalves Sachett Universidade do Estado do Amazonas-UEA
  • Sibila Lilian Osis Universidade do Estado do Amazonas-UEA
Keywords: Paciente, Prognóstico Trauma, Traumatismos Penetrantes.

Abstract

Objetivo: avaliar os fatores prognósticos da reposição volêmica em pacientes com trauma por lesões penetrantes. Métodos: estudo de coorte retrospectiva cujos dados foram obtidos através da análise de prontuários de 544 pacientes que deram entrada no serviço de emergência, vítimas de traumatismo penetrante. Resultados: dentre as vítimas, 282 (51,9%) sofreram ferimento por arma branca, 262 (48,2%) ferimento por arma de fogo, 486 (89,3%) eram do sexo masculino, com idade entre 14 e 30 anos 382 (70,2%). A maioria que recebeu fluído maior que 2000ml, pressão arterial sistólica ≤90mmHg e pressão arterial média ≤65mmHg, apresentou mais mortalidade, com valor de p<0,05, p<0,002 e p<0,003, respectivamente. Conclusão: a reposição volêmica limitada pode auxiliar no bom prognóstico do paciente vítima de trauma penetrante.

Author Biographies

Márcia Cristine Pires Travassos, Universidade do Estado do Amazonas
Enfermeira,Possui graduação em Enfermagem pela Escola Superior de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Amazonas (ESA/UEA-2014). Especialização em Urgência e Emergência pela Faculdade Integrada de Goiás (2015). Atualmente é aluna do curso de Especialização de Enfermagem Cardiovascular da Universidade do Estado do Amazonas-ESA/UEA (2015). Tem experiências em Centro Cirúrgico; CME-Central de Material e Esterilização; Classificação de Risco e Pré-Parto. Em 2013 exerceu a Monitoria na disciplina Enfermagem no Processo de Cuidar da Saúde da Mulher (192 hs).
Celso Martins Fonseca, Universidade do Estado do Amazonas-UEA
Enfermeiro, Graduado em Enfermagem pela Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) (2014). Em andamento o Curso de Especialização (Lato Sensu) em Enfermagem Cardiovascular na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA) Universidade do Estado do Amazonas (UEA) (2014-2015).
Jacqueline de Almeida Gonçalves Sachett, Universidade do Estado do Amazonas-UEA
Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2002), graduação em Licenciatura em Enfermagem pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2002) e Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Doutoranda em Doenças Tropicais e Infecciosas pela Universidade do Estado do Amazonas (início 2013). Atualmente é coordenadora do Programa de Residência em Enfermagem da Universidade do Estado do Amazonas, professora do curso de Graduação em Enfermagem da Universidade do Estado do Amazonas, membro do Núcleo Docente Estruturante da Universidade do Estado do Amazonas, Teleconsultora do Núcleo de Telessaúde da Universidade do Estado do Amazonas. Tem experiência na área de Enfermagem, atuando principalmente nos seguintes temas: nefrologia, animais peçonhentos, telessaúde, saúde coletiva, clínica médico-cirúrgica.
Sibila Lilian Osis, Universidade do Estado do Amazonas-UEA
Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de São Paulo (1997) e Especializacao em Terapia Intensiva pela UFAM (2002). Atualmente é docente da Universidade do Estado do Amazonas e enfermeira assistencial da Cooperativa de Enfermeiros Intensivistas/IETI. Aluna de mestrado pelo Programa de Pos-Graduação do Curso de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo.Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Terapia Intensiva, atuando principalmente nos seguintes temas: neurointensivismo, ventilação mecanica, historia da enfermagem.
Published
2016-08-04
Section
Research Article