Desfechos cirúrgicos e complicações de laparoscopias ginecológicas em hospital universitário brasileiro no período de 2014 a 2016

  • Thaís Costa Gomes Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Kathiane Lustosa Augusto Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Silvana Lícia Nogueira Machado Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Mariana Cidade Amâncio Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Gizelle Maria Moisés Monteiro Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Luana Ibiapina Machado Universidade Federal do Ceará (UFC)
Palavras-chave: Ginecologia, Laparoscopia, Cirurgia

Resumo

Objetivo: coletar informações do prontuário de todas as pacientes que realizaram cirurgia laparoscópica ginecológica, afim de identificar quais cirurgias foram mais realizadas por videolaparoscopia e de avaliar as principais complicações cirúrgicas intra e pós-operatórias ocorridas. Metodologia: estudo retrospectivo realizado em hospital terciário universitário de Fortaleza, Ceará, Brasil, durante o período de setembro de 2014 a novembro de 2016. Resultados: os procedimentos ginecológicos laparoscópicos mais realizados durante o período estudado foram ooforoplastia, exérese de foco de endometriose, lise de aderências, salpingooforectomia, salpingectomia e laqueadura tubária. As complicações intraoperatórias ocorreram em 13 das 238 cirurgias realizadas no período referido, com 4 cirurgias convertidas para laparotomia. As complicações cirúrgicas observadas no pós-operatório imediato ocorreram em 89 casos no total, sendo 45 casos de dor, 13 casos de sangramento e 10 casos de intercorrências clínicas. Conclusão: existem complicações inerentes à prática cirúrgica e na cirurgia laparoscópica há complicações específicas desta técnica, estando algumas taxas de complicações do nosso estudo semelhantes e outras menores que as taxas relatadas na literatura mundial.  É essencial comunicar nossas complicações para contribuir para um melhor conhecimento sobre elas, assim como classificá-las e registrá-las apropriadamente.

Biografia do Autor

Thaís Costa Gomes, Universidade Federal do Ceará (UFC)
Residente de Ginecologia e Obstetrícia, Universidade Federal do Ceará (UFC). Médica, Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC).
Kathiane Lustosa Augusto, Universidade Federal do Ceará (UFC)
Mestre em Ciências Médico-cirúrgicas, Universidade Federal do Ceará (UFC), Programa de Ginecologia e Obstetrícia, Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC).
Silvana Lícia Nogueira Machado, Universidade Federal do Ceará (UFC)
Acadêmica do curso de graduação de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Mariana Cidade Amâncio, Universidade Federal do Ceará (UFC)
Acadêmica do curso de graduação de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Gizelle Maria Moisés Monteiro, Universidade Federal do Ceará (UFC)
Acadêmica do curso de graduação de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Luana Ibiapina Machado, Universidade Federal do Ceará (UFC)
Acadêmica do curso de graduação de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Publicado
2018-12-26
Seção
ARTIGOS ORIGINAIS