DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL, ESPACIAL E BIOECOLOGIA DO CANGOÁ, StelliFer brasiliensis (TELEOSTEI: SCIAENIDAE), NA BAíA DE SANTO, SÃO PAULO, BRASIL

Autores

  • Roberto Gianinni Fundação de Estudos e Pesquisas Aquáticas - FUNDESPA/IOUSP
    • Alfredo Martins Paiva Filho Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo

      DOI:

      https://doi.org/10.32360/acmar.v29i1-2.31400

      Palavras-chave:

      Stellifer brasiliensis, distribuição, bioecologia, dinâmica populacional, Sudeste do Brasil

      Resumo

      Arrastos mensais de praia e de fundo foram efetuados no complexo baía-estuário de Santos e São Vicente ( lat. 24"S ), de março de 1965 a maio de 1986, tendo sido capturados 1.291 exemplares de cangoá, Stellifer brasiliensis. Este trabalho analisa ocorrência, abundância, distribuição de comprimento, relação peso/comprimento, crescimento, recrutamento e mortalidade, e influência de parâmetros ambientais sobre a distribuição dessa espécie. S. brasiliensis ocorreu durante todo o ano, com exclusividade nos arrastos de fundo, sendo mais abundante de dezembro a maio ( verão-outuno), em águas profundas, salinas, frias e oxigenadas, quando os jovens-do-ano foram primeiramente capturados. O recrutamento anual pareceu ser na forma de dois pulsos, embora pouco definidos, e as taxas de mortalidade total e de exploração foram altas, sugerindo um padrão de sobrepesca pelo método de captura empregado.

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      Publicado

      2018-03-07

      Edição

      Seção

      Artigos originais

      Como Citar

      DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL, ESPACIAL E BIOECOLOGIA DO CANGOÁ, StelliFer brasiliensis (TELEOSTEI: SCIAENIDAE), NA BAíA DE SANTO, SÃO PAULO, BRASIL. (2018). Arquivos De Ciências Do Mar, 29(1-2), 5-13. https://doi.org/10.32360/acmar.v29i1-2.31400