WHICH MOON PHASE DO WE FIND MORE GHOSTS? EFFECTS OF THE LUNAR CYCLE ON THE GHOST CRAB Ocypode quadrata (FABRICIUS, 1787)

Autores

  • Matheus Oliveira Fortaleza UFERSA
  • Magalline Maria Lemos Girão Instituto de C´iências do Mar, Universidade Federal do Ceará
  • Wilson Franklin Junior Laboratório de Zoobentos, Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará
  • Jadson Pinto de Lima Laboratório de Zoobentos, Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará
  • Cristina de Almeida Rocha-Barreira Laboratório de Zoobentos, Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.32360/acmar.v52i2.42737

Resumo

O caranguejo Ocypode quadrata é encontrado comumente no médio e no supralitoral de praias arenosas oceânicas ao longo do litoral brasileiro. É uma espécie reconhecidamente importante na ecologia de praias, habitando tocas semipermanentes escavadas, mantidas e protegidas pelos próprios animais. Este estudo avaliou a densidade e o diâmetro das tocas de O. quadrata, considerando três ciclos lunares em uma unidade de conservação no litoral do Ceará. Foram realizadas amostragens trimestrais entre 2014 e 2015, no início da manhã, durante as quatro fases da lua ao longo de três ciclos lunares. As variações de maré (altura da preamar e baixamar) e luminosidade noturna foram utilizadas para avaliar os efeitos das fases lunares na praia do Canto Verde. Os ciclos lunares influenciam na atividade do caranguejo O. quadrata, variando a densidade, o diâmetro e a distribuição das tocas abertas ao longo da praia, em função de mudanças das condições de maré e luminosidade noturna. A ocorrência de construção de toca dos caranguejos foi maior nas luas que proporcionam noites mais iluminadas no ambiente.
Palavras-chave: caranguejo-fantasma, tocas, praia do Canto Verde, fases da lua.

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Publicado

2020-03-11

Edição

Seção

Artigos originais

Como Citar

WHICH MOON PHASE DO WE FIND MORE GHOSTS? EFFECTS OF THE LUNAR CYCLE ON THE GHOST CRAB Ocypode quadrata (FABRICIUS, 1787). (2020). Arquivos De Ciências Do Mar, 52(2), 85-97. https://doi.org/10.32360/acmar.v52i2.42737