REGISTROS DE Gempylus serpens CUVIER, 1829, Lepidocybium flavobrunneum (SMITH, 1849) E Ruvettus pretiosus COCCO, 1829 (ACTINOPTERYGII:GEMPYLIDAE) NO LITORAL DO ESTADO DA BAHIA, BRASIL

Autores

  • Paulo Roberto Duarte Lopes Professor Assistente, Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Feira de Santana, Campus Universitário, BR-116 – km 3, Feira de Santana, BA, CEP:44031- 460.
    • Jailza Tavares de Oliveira Silva Bióloga, Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Feira de Santana, Campus Universitário, BR-116 – km 3, Feira de Santana, BA 44031-460.
      • Cláudio Luis Santos Sampaio Bolsista CAPES, Doutorando em Zoologia, Universidade Federal da Paraíba, Cidade Universitária, João Pessoa, PB 58059-900.
        • George Olavo Professor Assistente, Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Feira de Santana, Campus Universitário, BR-116 – km 3, Feira de Santana, BA 44031-460.

          DOI:

          https://doi.org/10.32360/acmar.v36i1-2.6500

          Palavras-chave:

          registro, Gempylus serpens, Lepidocybium flavobrunneum, Ruvettus pretiosus, Bahia.

          Resumo

          São registradas, pela primeira vez, as presenças dos gempilídeos Gempylus serpens Cuvier, 1829, Lepidocybium flavobrunneum (Smith, 1849) e Ruvettus pretiosus Cocco, 1829 no litoral do Estado da Bahia, nordeste do Brasil, coletados nas posições geográficas 11º30’00’’S - 36º00’00’’W e 16º30’27”S - 37º30”08”W. São apresentados alguns aspectos da variação morfológica de G. serpens ainda não conhecidos para esta espécie e o primeiro registro de parasitismo do copépodo Pennella sp. em L. flavobrunneum.

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          Publicado

          2017-03-10

          Edição

          Seção

          Artigos originais

          Como Citar

          REGISTROS DE Gempylus serpens CUVIER, 1829, Lepidocybium flavobrunneum (SMITH, 1849) E Ruvettus pretiosus COCCO, 1829 (ACTINOPTERYGII:GEMPYLIDAE) NO LITORAL DO ESTADO DA BAHIA, BRASIL. (2017). Arquivos De Ciências Do Mar, 36(1-2), 45-48. https://doi.org/10.32360/acmar.v36i1-2.6500