A construção histórico-social do sujeito travesti

Autores

  • Antonio Simão Cavalcante UECE
    • Noélia Alves de Sousa

      DOI:

      https://doi.org/10.36517/ep.v6i.41890.2020

      Palavras-chave:

      Corpo. Identidade de gênero. Travestis.

      Resumo

      Pensar a constituição da sociedade atual é mergulhar num complexo e multifacetado mundo de incertezas e quebra dos paradigmas que, por tanto tempo, deram sustentáculo às formas como havíamos explicado o mundo social, a nós mesmos, as identidades. Assim, esse artigo busca compreender, a partir da História, o processo de construção das travestis enquanto sujeitos alocados em discursos tematizados pelo gênero, por estigmas sociais e (in)visibilidades trans. A construção textual se deu a partir de uma pesquisa bibliográfica, buscando compreender  construção do sujeito travesti enquanto fenômeno social e cultural, a partir dos discursos elaborados por autores e autoras que nos possibilitaram tal construção: Benedetti (2005), Bento (2002), Borruso (2001), Butler (2002, 2006, 2010), Kulick (2008), Miskolci e Pelúcio (2007), Moita Lopes e Fabrício (2013), Peres (2015), dentre outros. Assim abordamos ás identidade de gênero não-hegemônicas analisando as formas que os corpos utilizam na reinvindicação dos gêneros, bem como a performatividade de gênero e as travestis.

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      Publicado

      2020-06-19

      Edição

      Seção

      Dossiê Temático

      Como Citar

      A construção histórico-social do sujeito travesti. (2020). Em Perspectiva, 6(1), 292-321. https://doi.org/10.36517/ep.v6i.41890.2020