Ser mulher negra estudante na Unilab/CE: interseccionalidade e desafios

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36517/ep.vi.96659.2025

Palavras-chave:

Mulher negra, Interseccionalidade, Unilab

Resumo

Ser mulher negra em uma universidade instaurada em dois municípios, Redenção/CE e Acarape/CE, ainda corresponde a uma luta parte tanto do movimento negro, como do feminismo, por isso, é importante reconhecer a interseccionalidade na encruzilhada das identidades no afeto à permanência do ensino superior. Por isso, este trabalho tem como problematização a abordagem da permanência e os desafios enfrentados por mulheres negras estudantes na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab/CE), considerando a complexidade de suas identidades a partir da interseccionalidade. Logo, tem como objetivo discutir a interseccionalidade das mulheres negras estudantes da Unilab, analisando os desafios enfrentados nos ambientes acadêmicos e no contexto geográfico da Unilab/CE e explorando a influência da diáspora africana na identidade e trajetória acadêmica. Metodologicamente, tem como pesquisa qualitativa, abordando a questão tanto do ponto de vista teórico quanto prático, utilizando notas de campo (2024-2025). O trabalho faz parte de uma pesquisa maior, logo, como resultados parciais, a percepção e reação das cidades de Acarape e Redenção à comunidade negra, afetam as mulheres negras estudantes, com destaque para as estudantes internacionais africanas. Assim como, a cooperação entre o continente africano e a Unilab afeta as identidades das mulheres negras unilabianas.

Biografia do Autor

  • Ana Raquel Silva Reginaldo, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira

    Graduada em Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades (Unilab/CE). Licenciatura em Sociologia (Unilab/CE). Atualmente é Mestranda do Programa de “Interdisciplinaridade em Humanidades” (UNILAB), bolsista pela FUNCAP/CE. Foi bolsista do Projeto de Pesquisa “Gêneros e Feminismo na África Global (Fluxo Contínuo PROPPG/UNILAB)”. Também foi bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/UNILAB), núcleo Sociologia. Assim como, já foi bolsista de extensão do Projeto “Lélia Gonzalez, presente!” (UNILAB).

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Publicado

2026-03-29

Edição

Seção

Dossiê Temático

Como Citar

Ser mulher negra estudante na Unilab/CE: interseccionalidade e desafios. (2026). Em Perspectiva, 1-25. https://doi.org/10.36517/ep.vi.96659.2025