DIMENSIONAMENTO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UNIDADE CLÍNICA CIRÚRGICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

Autores

  • Emanuela Aparecida Teixeira Gueiros
  • Déborah Evellyn dos Santos do Nascimento
  • Marisa Nascimento de Oliveira
  • Lara Maria Nogueira de Mesquita
  • Roberta Meneses Oliveira

Resumo

INTRODUÇÃO: A Resolução COFEN nº 543/2017 especifica os parâmetros mínimos utilizados para determinar a quantidade de profissionais de enfermagem nos serviços que necessitam de sua assistência. Esses parâmetros orientam os gerentes, gestores e enfermeiros dos serviços de saúde no planejamento do número de profissionais necessários. O dimensionamento deve ser baseado em características relacionadas aos serviços de saúde, serviços de enfermagem e necessidades dos pacientes. OBJETIVOS: Relatar a aplicação do dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem, durante o estágio supervisionado. METODOLOGIA: Relato baseado na experiência de três alunas da graduação em enfermagem da Universidade Federal do Ceará, em agosto de 2021, durante o estágio supervisionado da disciplina de Gerenciamento dos serviços de saúde e de enfermagem. A prática foi realizada no setor de Clínica Cirúrgica do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), sob a supervisão da professora orientadora, com a utilização dos prontuários e prescrições médicas. Com base na complexidade do cuidado aos pacientes, foi realizado o cálculo do dimensionamento, de modo a verificar se a unidade estava de acordo com o resultado obtido. RESULTADOS: A unidade era composta por 17 pacientes classificados de acordo com a necessidade de assistência, sendo cuidados mínimos: 6, cuidados intermediários: 9, cuidados de alta dependência: 1, cuidados semi-intensivos: 1. Após realizado o cálculo, verificou-se a necessidade de 7 enfermeiros e 15 técnicos de enfermagem no período de 24 horas, estando de acordo com o quantitativo de profissionais de enfermagem no setor. CONCLUSÃO: o dimensionamento da equipe de enfermagem estava bem realizado e fundamentado, de modo a garantir uma gestão e assistência à saúde de qualidade. Deve-se investir em controle das taxas de absenteísmo e rotatividade de pessoal na unidade para manutenção de uma equipe suficiente em qualidade e quantidade.

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Publicado

2021-01-01

Edição

Seção

XIV Encontro de Experiências Estudantis