CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA DISCENTES COM TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM

Autores

  • Kairon de Souza Custodio
  • Francisca Wanessa Ribeiro Braga
  • Rayane Kellen Jardim Lima
  • Jose Gerardo Vasconcelos

Resumo

A presente pesquisa teve como problema central analisar a formação acadêmica dos docentes nas escolas diante do novo paradigma educacional, em que as crianças com transtornos de aprendizagem tendem a ser excluídas pela sociedade e consequentemente pelas escolas, impossibilitando esses indivíduos de ingressarem no mercado de trabalho e de terem uma vida social saudável. Ademais, a educação é indispensável para o exercício da cidadania, pois é através da educação que o indivíduo desenvolve seu senso crítico e adquire conhecimentos para exercer uma profissão. Com isso, buscando um sistema mais igualitário, em 1994 foi instituída pela Conferência Mundial da Educação Especial a Declaração de Salamanca, que assegurava que toda criança tem direito fundamental à educação e deve lhe ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem, a qual foi colocada em prática. Foi através dessa declaração que surgiram os primeiros passos para a inclusão de crianças portadoras de necessidades especiais nos âmbitos escolares, tornando a educação mais acessível e viável. A situação com respeito à educação especial varia de um país a outro. Existem países com os seus próprios sistemas e escolas especializadas em educação especial. Os profissionais destas instituições especiais possuem nível de conhecimento necessário à identificação precoce de crianças especiais. O princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que possam ter. Assim, no Brasil, as concepções que norteavam a educação especial enfatizavam o modelo médico, caracterizado pela descontextualização da deficiência. Entre várias mudanças, a mais notável e efetiva quanto à educação inclusiva ocorreu através da Resolução nº 2, de 2001, que determinava que os sistemas de ensino devem matricular os alunos atendendo às suas demandas e necessidades individuais.

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Publicado

2022-01-01

Edição

Seção

IX Encontro de Programas de Educação Tutorial