Conhecimento sobre Incontinência Urinária no Climatério: Fatores Associados e Consequências na Qualidade de Vida

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36517/rfsf.v11i1.91852

Resumo

Este projeto tem como objetivo avaliar o conhecimento de mulheres climatéricas sobre a incontinência urinária, correlacionando com idade, escolaridade, renda e qualidade de vida. Na metodologia adotada, participaram 130 mulheres com idade entre 40 e 75 anos, sendo 65 mulheres continentes e 65 incontinentes. Foram aplicados os questionários ICIQ-SF, ISI, E PIKQ, que têm como objetivo avaliar os sintomas, gravidade e conhecimento sobre a incontinência urinária. Não foram encontradas correlações entre possuir ou não incontinência com o conhecimento e com as variáveis analisadas. Houve significante impacto na qualidade de vida de mulheres incontinentes comparado às continentes. Foi identificado maior conhecimento entre mulheres de meia idade, comparado a mulheres idosas e maior conhecimento entre mulheres com maior nível de escolaridade. Assim, de modo geral, o conhecimento das mulheres é escasso, sendo necessária a efetivação de programas educacionais que contemplem mulheres em todas as fases da vida e todos os níveis sociais.

Biografia do Autor

  • Giovanna Cristal Alcântara, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

    Discente da Graduação em Fisioterapia, Instituto Integrado de Saúde, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

  • Myslaine Rezende, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

    Discente da Graduação em Fisioterapia, Instituto Integrado de Saúde, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

  • Ana Beatriz Pegorare, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

    Doutora, Fisioterapeuta e Docente no curso de Graduação em Fisioterapia, Instituto Integrado de Saúde, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

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Publicado

2024-06-26

Como Citar

Conhecimento sobre Incontinência Urinária no Climatério: Fatores Associados e Consequências na Qualidade de Vida. (2024). Fisioterapia & Saúde Funcional, 11(1), 21-29. https://doi.org/10.36517/rfsf.v11i1.91852