Paisagem, fotografia e mapas afetivos: um diálogo entre a geografia cultural e a psicologia ambiental

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26895/geosaberes.v10i21.696

Palavras-chave:

Paisagem, Fotografia, Mapas Afetivos, Afetividade, Campus do Itaperi

Resumo

O artigo discute a apreensão da realidade a partir da categoria de análise paisagem, pela perspectiva da geografia cultural e da psicologia ambiental. Para tanto, tomou-se como recorte de estudo o campus do Itaperi, na Universidade Estadual do Ceará (UECE), com o objetivo de conhecer como as relações afetivas são tecidas entre os estudantes e a universidade. Evidenciando como a apreensão da paisagem provoca afetos nos indivíduos e possibilita múltiplas maneiras de expressar a sua experiência sobre os lugares. A metodologia adotada foi a do Instrumento Gerador de Mapas Afetivos (IGMA).O estudo revela os sentimentos que permeiam a vivência cotidiana dos estudantes com a universidade, através das imagens de pertencimento, agradabilidade, insegurança e destruição elucidadas pelos mapas afetivos.

Biografia do Autor

  • Silvia Heleny Gomes da Silva, Universidade Federal do Ceará, Brasil

    Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Ceará (UFC).

  • Zulmira Áurea Cruz Bomfim, Universidade Federal do Ceará, Brasil

    Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Ceará (UFC).

  • Otávio José Lemos Costa, Universidade Estadual do Ceará, Brasil

    Professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

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Publicado

2019-05-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Paisagem, fotografia e mapas afetivos: um diálogo entre a geografia cultural e a psicologia ambiental. (2019). Geosaberes, 10(21), 1-22. https://doi.org/10.26895/geosaberes.v10i21.696