ALQUIMIAS DO LUGAR NAS EXPRESSÕES GEOPOÉTICAS DE TUNGA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26895/geosaberes.v12i0.1051

Palavras-chave:

Espaço Telúrico, Geografia e Arte, Geograficidade, Percepção

Resumo

Relevante protagonista da arte contemporânea Brasileira, Tunga construiu instalações de caráter provocativo cujas empregam materiais e poéticas oriundas de elementos telúricos. Esse ensaio objetiva decifrar as conexões geopoéticas entre terra e lugar conforme expressas em metáforas nas instalações de Tunga expostas no Instituto Inhotim e na 33ª Bienal de Arte de São Paulo. Baseado no retorno criativo em Geografia e informado pelo campo de estudos fenomenológicos, exploram-se as expressões geopoéticas das obras X-Estudo (2009) e Sem Título [Da série La Voie Humide] (2014) em sua capacidade de desvelar espaços existenciais. Compreende-se que os cosmos expandidos por meio dos mundos terrestres elucidam interconexões no âmago da relação primal com os lugares. A reciprocidade sujeito-lugar-obra, logo, pode potencializar a compreensão da geograficidade de ser-no-mundo.

Biografia do Autor

  • Carlos Roberto Bernardes de Souza Júnior, Universidade Federal de Goiás (UFG), Brasil

    Doutorando no Programa de Pós Graduação em Geografia do Instituto de Estudos Socioambientais (IESA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), Brasil.

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Publicado

2021-02-10

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

ALQUIMIAS DO LUGAR NAS EXPRESSÕES GEOPOÉTICAS DE TUNGA. (2021). Geosaberes, 12, 107-123. https://doi.org/10.26895/geosaberes.v12i0.1051