Principais causas de condenações de carcaças de frangos em um abatedouro-frigorífico sob inspeção estadual no estado do Piauí

Autores

  • Siluana Benvindo Ferreira Instituto Federal do Estado do Rio Grande do Norte.
  • Marcos Renan Barbosa Reis Universidade Federal do Piauí, UFPI
  • Lauro César Soares Feitosa Universidade Federal do Piauí, UFPI,
  • Joubert Borges Moraes Universidade Federal do Piauí, UFPI
  • Edinaldo Nunes Pessoa Universidade Federal do Piauí, UFPI
  • Gerlan Vieira de Sousa Universidade Federal do Piauí, UFPI,
  • Katiene Régia Silva Sousa Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí – ADAPI
  • Uliana Karina Lopes de Medeiros Universidade Federal do Maranhão, UFMA

DOI:

https://doi.org/10.5935/rbhsa.v17i3.720

Palavras-chave:

Condenação, Frango e Inspeção.

Resumo

O objetivo deste estudo foi identificar as principais causas de condenações de frangos abatidos sob o Serviço de Inspeção Estadual do Piauí em estabelecimento com equivalência do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA). Foram utilizados dados do Serviço de Inspeção Estadual de um abatedouro de aves localizado em Teresina, no período compreendido entre janeiro de 2022 a fevereiro de 2023. Foram inspecionadas 4.009.725,00 milhões de aves. Dessas, 276.854 mil (0,683%) tiveram algum tipo de condenação post mortem. Dentre o número total de condenações post mortem em janeiro de 2022 a fevereiro de 2023, 249.438 mil (90,1%) foram devido às condenações parciais, e 27.416 mil (9,9%) devido às condenações totais. As principais causas de condenação parcial foram agrupadas segundo o maior número das condenações. As causas de condenação parciais mais frequentes foram devido à contusão/fratura (69,92%), seguida de dermatose(celulite) (12,84%) e por fim miopatia (5,71%). Em relação as condenações totais, destacou-se a presença de aspecto repugnante (28,99%), seguido por septicemia (27,15) e sangria inadequada (12,82%).

Biografia do Autor

  • Siluana Benvindo Ferreira, Instituto Federal do Estado do Rio Grande do Norte.

    Pós Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos- Instituto Federal do Estado do Rio Grande do Norte, Currais Novos, Rio Grande do Norte, Brasil.

     

  • Marcos Renan Barbosa Reis, Universidade Federal do Piauí, UFPI

    Graduação em Medicina Veterinária - Universidade Federal do Piauí, UFPI, Teresina, Piauí, Brasil.

     

  • Lauro César Soares Feitosa, Universidade Federal do Piauí, UFPI,

    Graduação em Medicina Veterinária - Universidade Federal do Piauí, UFPI, Teresina, Piauí, Brasil.

     

  • Joubert Borges Moraes, Universidade Federal do Piauí, UFPI

    Docente - Universidade Federal do Piauí, UFPI, Teresina, Piauí, Brasil.

     

  • Edinaldo Nunes Pessoa, Universidade Federal do Piauí, UFPI

    Docente - Universidade Federal do Piauí, UFPI, Teresina, Piauí, Brasil.

     

  • Gerlan Vieira de Sousa, Universidade Federal do Piauí, UFPI,

    Docente - Universidade Federal do Piauí, UFPI, Teresina, Piauí, Brasil.

     

  • Katiene Régia Silva Sousa, Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí – ADAPI

    Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí – ADAPI, Fiscal Estadual Agropecuário- Médico Veterinário, Teresina, Piauí, Brasil.

     

  • Uliana Karina Lopes de Medeiros, Universidade Federal do Maranhão, UFMA

    Docente - Universidade Federal do Maranhão, UFMA, São Luís, Maranhão, Brasil.

Referências

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Publicado

2023-09-30

Edição

Seção

Medicina Veterinária