MAPEAMENTO PARTICIPATIVO COMO FERRAMENTA DE ANÁLISE DOS ESPAÇOS AFETADOS POR FENÔMENOS NATURAIS EM ÁREAS AGRÍCOLAS, ATACAMA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2019.e18016

Palavras-chave:

Mapeamento Participativo, Deserto de Atacama, Agricultura Sistematização, Memória Coletiva

Resumo

O artigo objetiva validar o mapeamento participativo (MP) como uma técnica de analises capaz de estudar as áreas agrícolas no deserto do Atacama. Estas áreas agrícolas estão confinadas aos fundos de vales de caraterísticas estreitas e uma alta íngreme. É empregada esta ferramenta como um procedimento para representar estas áreas por meio da sistematização, interpretação, e transmissão de informação territorial. Os dados coletados são da comunidade de Laonzana, representativa da resistência dos povoados agrícolas. Estas regiões vêm sofrendo reduções em suas áreas produtivas, causadas pelos fenômenos naturais, não sendo recuperadas pelos danos, a avançada idade da população e o baixo número de camponeses nas
últimas décadas. Este estudo permitiu validar as técnicas do MP, identificando numerosas áreas agrícolas abandonadas e outras desaparecidas. Estas informações são representadas nos mapas temáticos, resultado que resgata a informação da memória coletiva, gerando comparações temporais das variações nas áreas agrícolas.

Palavras-chave: Mapeamento Participativo, Deserto de Atacama, Agricultura Sistematização, memória coletiva.

Biografia do Autor

  • Mauricio Andrés González Pacheco, Universidad de Tarapacá

    Geógrafo de la Universidad de Tarapacá (Chile). Licenciado en Ciencias Históricas y Geográficas por la Universidad de Tarapacá (Chile). Licenciado en Gestión Ambiental por la Universidad Católica del Norte (Chile). Master en Ciencias Ambientales por el Programa de Pós-Graduação em Modelagem em Ciências da Terra e do Ambiente (PPGM) de la Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS - Brasil)). Profesor del Departamento de Ciencias Históricas y Geográficas de la Universidad de Tarapacá (Arica-Chile).

  • Rosangela Leal Santos, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana (BA), Brasil

    Possui graduação em Licenciatura em Geografia pela Universidade Católica do Salvador (1985), Mestrado em Geociencias pela Universidade Federal da Bahia (1992) e doutorado em Engenharia de Transportes pela Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é professora adjunta da Universidade Estadual de Feira de Santana e Coordenadora da Estação Climatológica.

  • Alejandro Tapia Tosetti, Departamento de Ciencias Históricas y Geográficas - Universidad de Tarapacá

    Masgíster en Geografía, mención en Recursos Territoriales de la Universidad de Chile. Geógrafo de la Universidad de Chile. Academico del Departamento de Ciencias Historicas y Geograficas de la Universidad de Tarapacá.

  • Luciel Passos de Oliveira, Universidade Federal da Bahia, Salvador (BA), Brasil

    Licenciado e bacharel em geografia, mestre em ciências ambientais pela universidade estadual de feira de Santana, doutorando em geografia  no instituto de geociências da universidade federal da Bahia. Professor substituto na Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia.

Publicado

2019-09-03

Edição

Seção

Artigos