POR TRÁS DAS ORIGENS DA FRAGMENTAÇÃO SOCIOESPACIAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2021.e20022

Palavras-chave:

Fragmentação socioespacial, urbanização diferencial, vida cotidiana, modernidade, capitalismo

Resumo

O conceito de fragmentação socioespacial vem sendo debatido há várias décadas, especialmente na América Latina. Como outros conceitos, ele foi abordado a partir de perspectivas e temas muito diferentes. Isso fez com que a fragmentação socioespacial aparecesse como um conceito polissêmico e ao mesmo tempo confuso. Com o objetivo de continuar a delimitá-la, de torná-la explicativa do presente, são analisados ​​os tempos, os espaços e as geografias que deram origem à fragmentação socioespacial. Esta análise é baseada em três tendências: a queda do projeto moderno, a cronificação da crise capitalista e os processos de urbanização diferencial. De cada um deles emerge um atributo para explicar as origens da fragmentação socioespacial. A separação, a contradição e a homogeneização oferecem uma visão ampliada do conceito, permitindo o estabelecimento de uma rede de processos que esclarecem como e por quê uma transição se consolidou nas relações entre o espaço e a sociedade, que pode ser denominada de momento diferencial.

   

Biografia do Autor

  • Alejandro Morcuende, Universidad de Bracelona, Barcelona, Espanha

     

       

Publicado

2021-07-22

Edição

Seção

Artigos