Efeito do manejo nutricional e do tipo de gestação sobre a composição química da glândula mamária aos 110 dias de prenhez

Autores

  • Monique Máximo da Fonseca e Silva UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Gilberto Lima de Macedo Junior UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Julia Lima Dias UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Luigi Francis Lima Cavalcanti UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Tulio Soares de Brito UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Maria Izabel Carneiro Ferreira UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Iran Borges UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Wilma Ginçalves de Faria Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Fernando Antonio de Sousa Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Carlos Augusto Alanis Clemente Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor

DOI:

https://doi.org/10.5935/rbna.v2i2.475

Palavras-chave:

Nutrição, ovino.

Resumo

Foram utilizados 15 animais gestantes da raça Santa Inês. As exigências nutricionais foram calculadas a partir do NRC (1985) obedecendo às recomendações para consumo de matéria seca, energia (NDT) e proteína bruta. Para o grupo de animais que receberam restrição nutricional, foram retirados 15% das exigências em energia e proteína bruta. A dieta era composta por farelo de milho, farelo de soja, feno de Tifton picado e calcáreo. O sal mineral ofertado aos animais era específico para ovinos (Vacci-phós, Vaccinar). O processo de sacrifício dos animais seguiu as recomendações do comitê de ética em experimentação animal da UFMG. Foram realizadas as análises de matéria seca, energia, proteína bruta, extrato etéreo e cinzas. Ovelhas que sofreram restrição alimentar apresentaram menor deposição de proteína, minerais e água, redução na concentração de RNA e da relação RNA/DNA e na quantidade de gordura. A restrição reduziu o peso do órgão (293,37g para animais mantidos com restrição e 675,16g para os sem restrição). O peso médio da glândula foi de 484,27g. A quantidade de água no órgão era de 55%, já a quantidade de proteína era de 26%. Os animais com gestação dupla apresentaram maior peso do órgão (261,16 para ovelhas com um feto e 707,37 para fêmeas com dois fetos). Ovelhas com gestação dupla apresentaram maior deposição de todo os nutrientes estudados. Pode-se concluir que o aumento nas variáveis estudadas ocorreu em função dos efeitos da gestação múltipla e do manejo nutricional.

 

 

Biografia do Autor

  • Monique Máximo da Fonseca e Silva, UFMG, Belo Horizonte, MG.
    Graduando em Medicina Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
  • Gilberto Lima de Macedo Junior, UFMG, Belo Horizonte, MG.
    3 Zootecnista. DsC. gilbertomacedojr@gmail.com
  • Julia Lima Dias, UFMG, Belo Horizonte, MG.
    2 Graduandos em Medicina Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
  • Luigi Francis Lima Cavalcanti, UFMG, Belo Horizonte, MG.
    Graduando em Medicina Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
  • Tulio Soares de Brito, UFMG, Belo Horizonte, MG.
    Graduando em Medicina Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
  • Maria Izabel Carneiro Ferreira, UFMG, Belo Horizonte, MG.
    Zootecnista. DsC. gilbertomacedojr@gmail.com
  • Iran Borges, UFMG, Belo Horizonte, MG.
    Professor do departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Bolsista em produtividade CNPq.

     

  • Wilma Ginçalves de Faria, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
    Mestrandos em Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
  • Fernando Antonio de Sousa, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
    Mestrando em Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
  • Carlos Augusto Alanis Clemente, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.
    Mestrando em Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

Referências

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Publicado

2018-11-07

Edição

Seção

Artigos