Taxa de passagem durante a gestação simples ou gemelar de ovelhas santa inês submetidas ou não à restrição alimentar

Autores

  • Yuri Ida Benevides Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Warley Efrem Campos Ministério da Agricultura Autor
  • Gilberto de Lima Macedo Júnior Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Maria Izabel Carneiro Ferreira Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Norberto Mario Rodriguez Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Iran Borges Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Wilma Gonçalves de Faria Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Túlio Soares Brito Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Tássia Ludmila Teles Martins Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Autor
  • Leonília Maria Araújo Ferreira Universidade Federal do Ceará Autor

DOI:

https://doi.org/10.5935/rbna.v3i2.487

Palavras-chave:

Consumo, Cr-mordente, digestibilidade, manejo alimentar, ovinos

Resumo

O objetivo desse trabalho foi determinar o efeito do consumo e digestibilidade nas taxas de passagem da digesta de ovelhas Santa Inês recebendo dieta restrita ou não, nos terços médio e final da gestação de um ou dois fetos. Foram utilizados 16 animais da raça Santa Inês, gestantes. As exigências nutricionais dos animais foram calculadas a partir do NRC (1985) obedecendo às recomendações preditas para consumo de matéria seca, energia (nutrientes digestíveis totais, NDT) e proteína bruta (PB). Para o grupo de animais que receberam restrição nutricional, foram retirados 15% das exigências em energia (NDT) e proteína bruta. O consumo de matéria seca foi maior para os animais ao final da gestação, os quais apresentaram maior taxa de passagem ruminal. A restrição nutricional reduziu o consumo dos animais com um feto e verifica-se que os animais com um feto no terço médio tiveram maior tempo de retenção no rumem. As ovelhas com gestação dupla não e dieta não restrita diminuíram 16,6% no tempo de retenção no rúmen-retículo com o avanço da gestação. A restrição em proteína e energia imposta às ovelhas gestantes acarretou em menores ingestões de matéria seca. A taxa de passagem aumenta com o avanço da gestação independentemente do número de fetos e do manejo nutricional.

 

Biografia do Autor

  • Yuri Ida Benevides, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

    Trabalho financiado com recursos financeiros do CNPq, Vaccinar ® e Rações Itambé. Trabalho pertencente a dissertação de mestrado da segunda autora: yurisampa@yahoo.com.br

    Alunaa de mestrado em Zootecnia  da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Bolsista CAPES

     

  • Warley Efrem Campos, Ministério da Agricultura

    Doutor em Zootecnia - Ministério da Agricultuta

     

  • Gilberto de Lima Macedo Júnior, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

    Aluno de doutorado em Zootecnia  da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Bolsista CAPES e CNPq

     

     

  • Maria Izabel Carneiro Ferreira, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

    Aluna de doutorado em Zootecnia  da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Bolsista CAPES e CNPq

     

  • Norberto Mario Rodriguez, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

    5Professor do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Bolsista em produtividade do CNPq.

     

     

  • Iran Borges, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

    Professor do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Bolsista em produtividade do CNPq.

     

     

  • Wilma Gonçalves de Faria, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

    Aluna de mestrado em Zootecnia  da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG. Bolsista CAPES

     

  • Túlio Soares Brito, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

    Graduandos em Medicina Veterinária da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

     

  • Tássia Ludmila Teles Martins, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

    Graduandos em Medicina Veterinária da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, MG.

     

  • Leonília Maria Araújo Ferreira, Universidade Federal do Ceará

    Aluna de doutorado em Zootecnia da Universidade Federal do Ceará

Referências

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URESTE, M. E. Ingestión de alimento, digestibilidad y cinética de tránsito en ovino lechero. Estudio comparativo entre ovejas Manchega y Lacaune, 2001, 133f. Tese (Doutorado) -Universidade Autónoma de Barcelona. Barcelona.

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Publicado

2009-11-30

Edição

Seção

Artigos