Avaliação do comportamento alimentar em dia frio do betta splendens arraçoados com diferentes tipos de rações comerciais

Autores

  • Misleni Ricarte de Lima Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor
  • Thaysa Rogrigues Torres Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor
  • Sharleny Braz Lobato Bezerra Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor
  • Demosthenes Arabutam Travassos da Silva Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor
  • Paulo Vanderlei Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor
  • Maria do Carmo Mohaupt Marques Ludke Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor
  • José Eriberto Serafim Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor
  • Evelyn Luciane da Silva Costa Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor
  • Emanuela Lima de Oliveira Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE Autor

DOI:

https://doi.org/10.5935/rbna.v6i1.530

Palavras-chave:

Etologia, forma física, peixes ornamentais

Resumo

Este estudo foi realizado na universidade federal rural de pernambuco, tendo como objetivo avaliar o comportamento alimentar do betta splendens com cinco tipos diferentes de rações comerciais. foram utilizados 20 animais fêmeas, o delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com cinco tratamento e quatro repetições. foram avaliados seis parâmetros comportamentais: ócio na parte inferior do aquário, ócio na parte média do aquário, ócio na superfície do aquário, nadando, alimentando-se e busca por oxigênio, as avaliações eram feitas a cada 15 minutos e teve a duração de seis horas/dia. durante o experimento foi aferido a temperatura da água e do ar, ph, oxigênio dissolvido, e a umidade relativa do ar. Os dados obtidos no presente estudo foram: a procura da parte inferior dos aquários pelos animais foi observada em maior intensidade para os que receberam o t4 (32%), e os t1 e t2 (23 e 22%), em segundo lugar. os animais que receberam os tratamentos (t2 e t3; com as seguintes porcentagens 11 e 5%) passaram maior parte do tempo no meio dos aquários. a alimentação foi reduzida, pois os animais encontravam-se abaixo da temperatura de conforto térmico. a movimentação dos peixes nos aquários (nadando) foi maior para os tratamentos t1, sendo t3 e t5 similares. foi observado também que os animais alimentados com as rações t3 e t5 tiveram uma maior procura por oxigênio (18 e 13%), respectivamente.

 

Palavras-chave: Etologia, forma física, peixes ornamentais

 

Biografia do Autor

  • Misleni Ricarte de Lima, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE

    Aluno do Programa de Pós Graduação em Zootecnia – Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE


  • Thaysa Rogrigues Torres, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE

    Alunos do Programa de Pós Graduação em Zootecnia – Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE


  • Sharleny Braz Lobato Bezerra, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE

    Alunos do Programa de Pós Graduação em Zootecnia – Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE


  • Demosthenes Arabutam Travassos da Silva, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE

    1 Alunos do Programa de Pós Graduação em Zootecnia – Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE


  • Paulo Vanderlei Ferreira, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE
    Professor Adjunto do Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Alagoas e Professor Colaborador do PPGZ, Universidade Federal Rural de Pernambuco– Dois Irmãos, Recife-PE


  • Maria do Carmo Mohaupt Marques Ludke, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE
    Professora Adjunta do Departamento de Zootecnia - Universidade Federal Rural de Pernambuco– Dois Irmãos, Recife-PE
  • José Eriberto Serafim, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE
    Aluno da graduação em Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE

     

  • Evelyn Luciane da Silva Costa, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE
    Aluno(a) da graduação em Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE

     

  • Emanuela Lima de Oliveira, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE
    Aluna do curso de Licenciatura em Ciências Agrícolas – Universidade Federal Rural de Pernambuco – Dois Irmãos, Recife-PE

Referências

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Publicado

2012-06-30

Edição

Seção

Artigos