[1]
“Uma barragem contra o gozo mortífero: a escrita de Marguerite Duras entre o amante e a mãe”, revpsico, vol. 6, nº 2, p. 90–94, mar. 2016, Acesso em: 13º de fevereiro de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/psicologiaufc/article/view/2584