Processos de confronto dos enfermeiros face à morte inesperada de crianças e adolescentes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15253/2175-6783.20181933087

Palavras-chave:

Enfermagem Pediátrica; Morte; Transtornos de Estresse Traumático.

Resumo

Objetivo: compreender as estratégias de confronto utilizadas pelos enfermeiros para lidar com a morte inesperada em pediatria. Métodos: pesquisa qualitativa com seis profissionais de enfermagem que trabalham em serviços de urgência e cuidados intensivos pediátricos. Procedeu-se a analise de conteúdo. Resultados: dos dados emergiram dois grupos: Estratégias centradas na avaliação da situação em que os profissionais tentam, através de processos racionais, compreender e aceitar a morte inesperada; estratégias centradas na gestão emocional, em que é reconhecido o sofrimento resultante do confronto com a morte inesperada, procurando estratégias de melhor gestão desse confronto. Conclusão: os profissionais sofrem e procuram mecanismos de confronto para gerir o processo de luto com a morte inesperada de criança/adolescente. 

Crossmark - verificar atualizações

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

Mealer M, Jones J, Meek P. Factors affecting resilience and development of posttraumatic stress disorder in critical care nurses. Am J Crit Care. 2017; 26(3):184-92. doi: https://dx.doi.org/10.4037/ajcc2017798

O’Malley P, Barata I, Snow S. Death of a child in the emergency department. J Emerg Nurs. 2014; 40(4):301-4. doi: https://dx.doi.org/10.1016/j.jen.2014.05.002

Boer J, Rikxoort S, Bakker AB, Smit B J. Critical incidents among intensive care unit nurses and their need for support: explorative interviews Nurs Crit Care.2014 19(4):166-74 doi: https://dx.doi.org/10.1111/nicc.12020

Adwan JZ. Pediatric nurses’ grief experience, burnout and job satisfaction. J Pediatr Nurs. 2014; 29(4):329-36. doi: https://dx.doi.org/10.1016/j.pedn.2014.01.011

Rockembach VJ, Casarin TS, Siqueira HC. Morte pediátrica no cotidiano de trabalho do enfermeiro: sentimentos e estratégias de enfrentamento. Rev Rene [Internet]. 2010 [citado 2018 out. 13];11(2):63-71. Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=324027970007

Forster E, Hafiz A. Paediatric death and dying: exploring coping strategies of health professionals and perceptions of support provision. Int J Palliat Nurs. 2015; 21(6):294-301. doi: http.//dx.doi.org/10.12968/ijpn.2015.21.6.294

Curcio D. The lived experiences of nurses caring for dying pediatric patients. Pediatr Nurs [Internet]. 2017 [cited 2018 jan. 13]; 43(1):8-14. Available from: https://academicworks.cuny.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1193&context=gc_etds

Meyer RL. Caring for children who die unexpectedly: patterns that emerge out of chaos. J Pediatr Nurs. 2014; 29(1):23-8. doi: https://dx.doi.org/10.1016/j.pedn.2013.03.008

Mitrousi S, Travlos A, Koukia E, Zyga S. Theoretical approaches to coping. Scand J Caring Sci [Internet]. 2013 [cited 2018 Jan. 23]; 6(2):131-7. Available from: https://www.internationaljournalofcaringsciences.org/docs/14.%20Zyga%20ORIGINAL.pdf

Zheng R, Lee SF, Bloomer MJ. How nurses cope with patient death: A systematic review and qualitative meta-synthesis. J Clin Nurs. 2018; 27(1-2):e39-49. doi: https://dx.doi.org/10.1111/jocn.13975

Fontanella BJB, Luchesi BM, Saidel MGB, Ricas J, Turato ER, Melo DG. Amostragem em pesquisas qualitativas: proposta de procedimentos para constatar saturação teórica. Cad Saúde Pública. 2011; 27(2):388-94. doi: https://10.1590/S0102-311X2011000200020

Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; 2011.

Kellogg MB, Barker M, McCune N. The lived experience of pediatric burn nurses following patient death. Pediatr Nurs [Internet]. 2014 [cited 2018 Jan. 23]; 40(6):297-30. Available from: https://www.highbeam.com/doc/1G1-395845986.html

Stayer D, Lockhart JS. Living with dying in the Pediatric Intensive Care Unit: a nursing perspective. Am J Crit Care. 2016; 25(4):350-6. doi: https://dx.doi.org/10.4037/ajcc2016251

Lindsay J, Heliker D. The unexpected death of a child and the experience of emergency service personnel. J Emerg Nurs. 2018; 44(1):64-70. doi: https://dx.doi.org/10.1016/j.jen.2017.06.002

González MG, Gallego FR, Vargas LF, Hidalgo BA, Alameda GM, Luque CF. El final de la vida en la Unidad de Cuidados Intensivos desde la perspectiva enfermera: un estudio fenomenológico. Enferm Intensiva. 2011; 22(1):13-21. doi: https://dx.doi.org/10.1016/j.enfi.2010.11.003

Kelly L, Runge J, Spencer C. Predictors of compassion fatigue and compassion satisfaction in acute care nurses. J Nurs Scholarsh. 2015; 47(6):522-8. doi: https://dx.doi.org/10.1111/jnu.12162

Hinderer KA, VonRueden KT, Friedmann E, McQuillan KA, Gilmore R, Kramer B, et al. Burnout, compassion fatigue, compassion satisfaction, and secondary traumatic stress in trauma nurses. J Trauma Nurs. 2014; 21(4):160-9. doi: https://dx.doi.org/10.1097/JTN.0000000000000055

Boer J, Van Rikxoort S, Bakker AB, Smit BJ. Critical incidents among intensive care unit nurses and their need for support: explorative interviews. Nurs Crit Care. 2014; 19(4):166-74. doi: https://dx.doi.org/10.1111/nicc.12020

Gunusen NP, Wilson M, Aksoy B. Secondary traumatic stress and burnout among muslim nurses caring for chronically ill children in a Turkish hospital. J Transcult Nurs. 2018; 29(2):146-54 doi: https://dx.doi.org/10.1177/1043659616689290

Publicado

2018-11-27

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Como Citar

1.
Lima LMM, Pinto CAS, Gonçalves SM de B. Processos de confronto dos enfermeiros face à morte inesperada de crianças e adolescentes. Rev Rene [Internet]. 27º de novembro de 2018 [citado 20º de outubro de 2026];19:e33087. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/33087