[1]
“Precariedade como a base conceitual para o entendimento da arte como jogo ininterrupto”, VAZ, vol. 1, nº 1, p. 144–152, out. 2017, Acesso em: 10º de fevereiro de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/vazantes/article/view/20459