RECUPERAÇÃO DE CEPAS DE Vibrio parahaemolyticus INOCULADAS NO CAMARÃO Litopenaeus vannamei, SUBMETIDO ÀS TEMPERATURAS DE RESFRIAMENTO E CONGELAMENTO

  • Dannielle Batista Rolim Sousa Universidade Federal do Ceará.
  • Antonio Adauto Fonteles-Filho Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará.
  • Oscarina Viana de Sousa Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará.
  • Regine Helena Silva dos Fernandes Vieira Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará.
  • Camila Magalhães Silva Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará.
Palavras-chave: Vibrio parahaemolyticus, cepas, inoculação, camarão, Litopenaeus vannamei, efeito da temperatura

Resumo

O presente trabalho teve como objetivo recuperar Vibrio parahaemolyticus, inoculado em homogenato de camarão Litope- naeus vannamei livre de víbrios, submetido a diferentes temperaturas de refrigeração (caixa isotérmica com gelo, geladeira e freezer) por dez dias, e nos 15o, 20o e 25o dias. Foram realizadas seis repetições do experimento, no período de outubro de 2005 a março de 2006. O camarão foi adquirido na feira de pescado da Praia do Mucuripe, Fortaleza-Ceará. Em laboratório, 1.500 g de camarão eram lavados com água destilada e imersos em água fervente por cinco minutos para eliminar qualquer Vibrio presente na amostra. A contaminação do camarão era feita mediante o contacto dos animais com a cultura de V. parahaemolyticus, por cinco minutos. A amostra era divi- dida em 40 frações de 25 g sendo uma delas usada para contagem no tempo zero e as restantes divididas em três lotes sendo estocadas em três temperaturas: caixa isotérmica com gelo (-1 a 13oC), geladeira (11oC) e congelador (-21oC). Por 10 dias seguidos, e nos 15o, 20o e 25o dias, V. parahaemolyticus eram quantificados nos camarões através do Método de Contagem Padrão em Placas, em meios de
TCBS e PCA. Todas as três temperaturas foram eficientes no controle da viabilidade de V. parahaemolyticus. A ação do frio gerado
por gelo, geladeira e freezer inibe o crescimento dessa bactéria em camarões, sendo a temperatura do freezer, a mais eficiente na redução
dessa espécie bacteriana no camarão L. vannamei.

Biografia do Autor

Dannielle Batista Rolim Sousa, Universidade Federal do Ceará.
Estudante do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Pesca.
Antonio Adauto Fonteles-Filho, Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará.
Professor e pesquisador.
Oscarina Viana de Sousa, Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará.
Professor e pesquisador.
Regine Helena Silva dos Fernandes Vieira, Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará.
Professor e pesquisador.
Camila Magalhães Silva, Instituto de Ciências do Mar, Universidade Federal do Ceará.
Estudante do Programa de Ciências Marinhas Tropicais
Publicado
2011-09-01
Seção
Artigos originais