AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO DOS FILÉS E RESÍDUOS DA FILETAGEM DO BEIJUPIRÁ CULTIVADO E SELVAGEM

Luciana Antônia Araújo de Castro, Toivi Masih Neto, Eveline Alexandre Paulo, Manuel Antonio de Andrade Furtado Neto

Resumo


Apesar do potencial de cultivo do beijupirá (Rachycentron canadum), quando se fala em processamento desta espécie de peixe marinho, os conhecimentos de vários aspectos da cadeia produtiva ainda são escassos. O objetivo do presente estudo foi de avaliar o rendimento dos filés e dos resíduos da filetagem do beijupirá selvagem e cultivado, considerando-se o rendimento das vísceras (RVI), rendimento da cabeça (RCA), rendimento da carcaça sem a cabeça (RCR), rendimento do filé inteiro sem pele (RFI), rendimento da pele com escamas (PPE) e o rendimento da barriga (PBA). Foram utilizados doze exemplares de Beijupirá (Rachycentron canadum) com peso médio 2.435 g sendo seis selvagens adquiridos no comércio local do município de Itarema, estado do Ceará, e os outros seis cultivados obtidos da Fazenda de Maricultura de Búzios, localizada em Ilhabela, estado de São Paulo. Os peixes foram eviscerados, decapitados e filetados manualmente. Os resultados obtidos possibilitaram concluir que não houveram diferenças significativas para o rendimento do filé, vísceras, cabeça e pele entre os beijupirás selvagens e de cultivo. Porém, foram observadas diferenças significativas para os rendimentos da carcaça e do corte da barriga.


Palavras-chave


Rachycentron canadum, rendimento, processamento

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