PRODUTIVIDADE DA PALMA FORRAGEIRA CV. ORELHA DE ELEFANTE MEXICANA SOB DIFERENTES MÉTODOS DE IRRIGAÇÃO E FREQUÊNCIAS DE CORTE.

Autores

  • Emilayne Vital Pereira
  • Barbara Stefanny Braga da Silva
  • Maria Socorro de Souza Carneiro

Resumo

A região Nordeste abrange 18,27% do território brasileiro, destes 962.857,3 km² estão inseridos na área denominada Polígono das Secas. O uso consciente desse ecossistema depende do manejo racional de forrageiras adaptadas às suas condições. A palma forrageira aparece neste contexto como uma das alternativas de cultivo, adaptada ao clima semiárido visto ser uma cultura com excelente mecanismo fisiológico no que se refere à absorção e aproveitamento de água. Objetivou-se avaliar a produção da palma forrageira cv. Orelha de Elefante Mexicana (Opuntia stricta), submetida a diferentes métodos de irrigação e frequências de corte. O experimento foi realizado em Russas, Ceará, na propriedade da Valle Verde Agropecuária. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado em arranjo fatorial 4x2, sendo quatro métodos de irrigação (aspersão convencional, micro aspersão, gotejamento e micro spray jet) e quatro frequências de corte(seis, nove, doze e dezoito meses), com quatro repetições. Dos dados analisados até o presente momento, a aspersão convencional foi a responsável pela maior produção de massa verde quando comparada aos outros métodos de irrigação. Em relação à frequência de corte, as palmas forrageiras cortadas com frequência de seis meses apresentou superioridade de produção de massa verde (327,78 kg/ha). A melhor combinação entre frequência de corte e método de irrigação para um maior índice de produção de matéria seca (15,19 kg/MS/ha) é decorrente da associação frequência de corte de nove meses com aspersão convencional.

Publicado

2019-01-01

Edição

Seção

XXXVIII Encontro de Iniciação Científica

Como Citar

PRODUTIVIDADE DA PALMA FORRAGEIRA CV. ORELHA DE ELEFANTE MEXICANA SOB DIFERENTES MÉTODOS DE IRRIGAÇÃO E FREQUÊNCIAS DE CORTE. (2019). Encontros Universitários Da UFC, 4(2), 1907. https://periodicos.ufc.br/eu/article/view/59666