USO DA CAPACIDADE ANTIOXANTE DA HDL (LAGTIME) E ATIVIDADE DA ENZIMA PAROXONASE-1 (PON1) PARA AVALIAR RISCO CARDIOVASCULAR EM JOVENS ADULTOS BRASILEIROS E AFRICANOS.

Autores

  • Allyson Jordan Xavier da Silva
  • Ederson Laurindo Holanda de Sousa
  • Elias da Silva dos Santos
  • Raimundo Rigoberto Barbosa Xavier Filho
  • Tiago Lima Sampaio
  • Maria Goretti Rodrigues de Queiroz

Resumo

Introdução: As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte na população mundial, estima-se que cerca de um a cada cinco adultos acima de 30 anos morrem em decorrência dessas doenças. Diante dessa problemática faz-se necessário métodos que analise fatores de risco ligados a DVC o mais precocemente possível. Neste quesito, têm-se como alternativas avaliar a capacidade antioxidante da HDL (Lagtime), método que afere todas as reações que ocorrem na oxidação da LDL pelo cobre e a atividade da enzima Paroxonase-1 (PON1), proteína com propriedades antioxidantes, ambos os testes avaliam a funcionalidade da HDL. Objetivo: Avaliar a capacidade antioxidante do HDL (Lagtime) e a atividade da enzima Paroxonase-1(PON1) com o intuído de avaliar os riscos de doenças cardiovasculares em jovens adultos brasileiros e africanos saudáveis. Metodologia: A capacidade antioxidante da HDL foi avaliada pelo método do Lagtime onde se mediu a capacidade da HDL em conter a oxidação da LDL quando em contato com uma solução de sulfato de cobre. A atividade da enzima Paroxonase-1 foi medida usando-se o Paraoxon, esse ao se hidrolisar forma p-nitrofenol, que pode ser determinada por espectrofotometria. Resultados: Os resultados obtidos do Lagtime revelaram valores médios medidos em minutos em mulheres e homens brasileiros foram de 95,54 ±18,91 e 93,38 ± 21,28; já para os africanos têm-se 124,36 ± 36,54 e 107,40 ± 30,57, respectivamente. A atividade da PON1 revelou valores em nmol.min-1.mL-1 de 81,51 ± 40,35 e 82,34 ± 38,64 para mulheres e homens brasileiros, enquanto que nos africanos foi de 105,81 ± 45,22 e 105,18 ± 43,16 para mulheres e homens. Conclusão: O Lagtime apresentou diferenças significativas entre sexo e etnias, onde as mulheres em geral e homens africanos tiverem resultados superiores. Contudo, a atividade da PON1 apresentou diferenças apenas entre as etnias, sendo que os africanos apresentaram menores riscos cardiovasculares nesse estudo.

Publicado

2019-01-01

Edição

Seção

XXXVIII Encontro de Iniciação Científica

Como Citar

USO DA CAPACIDADE ANTIOXANTE DA HDL (LAGTIME) E ATIVIDADE DA ENZIMA PAROXONASE-1 (PON1) PARA AVALIAR RISCO CARDIOVASCULAR EM JOVENS ADULTOS BRASILEIROS E AFRICANOS. (2019). Encontros Universitários Da UFC, 4(2), 2117. https://periodicos.ufc.br/eu/article/view/59876