DIFICULDADES NO ENSINO REMOTO DE GEOPROCESSAMENTO

Autores

  • Ana Luiza Pereira de Assis
  • Carlos Henrique Sopchaki

Resumo

Sabemos como a pandemia atingiu diversos níveis da educação e com isso mostrou que apesar dos adventos tecnológicos a educação presencial ainda se faz necessária. Essa pesquisa tem como objetivo apresentar alguns dos problemas enfrentados pelos alunos ao tentarem aprender sobre geoprocessamento por meio de aulas assíncronas e momentos para tirar dúvidas. Como metodologia, foi elaborado um questionário online, onde através do mesmo, foi feita uma coleta dos principais motivos das dificuldades enfrentadas pelos alunos, incluindo questões do âmbito pessoal ou não e que de alguma maneira afetaram seu rendimento acadêmico. Os resultados preliminares mostram que a falta de equipamento, local adequado para estudos e problemas psicológicos (ansiedade, depressão, TDAH) influenciam tanto na quantidade de atividades resolvidas como na qualidade das atividades que foram entregues. Além disso, interferiram no entendimento de determinados conceitos ligados às disciplinas, pois muitas das atividades são práticas e realizadas em um software. Com base nisso, entendemos que caso o aluno apresente desfalques de estrutura física como notebook, computador, dificilmente ele irá conseguir acompanhar de forma ativa a disciplina, além disso a necessidade de uma conexão à internet se faz extremamente necessária. Com isso, conclui-se que apesar de todas as tecnologias presentes no ensino remoto, entendemos o quanto a vivência das aulas no laboratório do departamento faz com que os alunos consigam se desenvolver de forma mais favorável.

Publicado

2021-01-01

Edição

Seção

XXX Encontro de Iniciação à Docência

Como Citar

DIFICULDADES NO ENSINO REMOTO DE GEOPROCESSAMENTO. (2021). Encontros Universitários Da UFC, 6(4), 2815. https://periodicos.ufc.br/eu/article/view/75941