METAPLASMOS EM FILOLOGIA ROMÂNICA

Autores/as

  • Demartone Oliveira Botelho
  • Josenir Alcantara de Oliveira

Resumen

Este trabalho objetiva relatar a identificação de dificuldades dos alunos da disciplina Filologia Românica I, no estudo dos metaplasmos, e posterior superação delas, utilizando-se os métodos filológicos histórico-comparativo, de Diez, e o neogramático, de Meyer-Lübke. Tais dificuldades se justificam pelo grande número de metaplasmos e, como consequência, pela pouca valorização que se tem dado à fonologia e à fonética das línguas. Diante dessa realidade, esta monitoria apresentou o conceito dos metaplasmos de difícil assimilação, com exercícios práticos, como: recorte de poesias populares; trechos de músicas; jogos mnêmicos; etimologias dos nomes dos metaplasmos; vídeos gravados da monitoria, para revisão em momentos assíncronos; vídeos e materiais outros que pudessem reforçar o conteúdo ensinado. Dentre os metaplasmos de maior entrave, citam-se aqueles que ocasionam consequências, seja de adição ([mas] > [majs]: epêntese e ditongação), seja de supressão ([ˈtowru] > [ˈtoru]: síncope e monotongação), seja de transposição ([ˈtabwɐ] > [ˈtawbɐ]: hipértese, ditongação e monotongação), e de transformação ([ˈnokte] > [ˈnojte]: vocalização e ditongação). Como resultados do trabalho desta monitoria, verificou-se que todos os alunos, que recorreram a ela, cresceram técnica e cientificamente, o que se traduziu na boa performance nas avaliações. Diante desses resultados, esta monitoria crê ter atingido o seu objetivo, que outro não é senão ser um intermediário facilitador no processo ensino-aprendizado.

Publicado

2021-01-01

Número

Sección

XXX Encontro de Iniciação à Docência

Cómo citar

METAPLASMOS EM FILOLOGIA ROMÂNICA. (2021). Encontros Universitários Da UFC, 6(4), 3008. https://periodicos.ufc.br/eu/article/view/76134