ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO DE UMA INDÚSTRIA DE SORVETES

Autores/as

  • Victor Nobre Mozer
  • Fabiano Lucas Dias Araújo
  • Michele Zavattaro
  • Rebeka Parente Mota
  • Samuel Fernandes Vieira da Ponte
  • Maxweel Veras Rodrigues

Resumen

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS), o setor compreende mais de 10.000 empresas em toda a cadeia produtiva, sendo a maioria (92%) formada por micro e pequenos estabelecimentos. Estima-se que gere 100 mil empregos diretos e 200.000 indiretos. Entendendo a importância do setor no mercado local e nacional, o estudo desenvolvido no artigo trata de um estudo de caso da aplicação de métodos de custeio variável para a determinação do ponto de equilíbrio de uma indústria de sorvete de pequeno porte em Fortaleza, Ceará Em suma, destaca-se que o ponto de equilíbrio representa o volume mínimo de vendas necessário para que a empresa não gere prejuízo com sua operação. Mas para o cálculo desse indicador, são necessárias as etapas iniciais de classificação dos gastos da empresa, que permite a aplicação do custeio variável, que, por sua vez, permite a alocação de custos e das despesas variáveis diretamente ao produto, envolvendo métodos de controle e rateio desses. Com isso, conseguimos obter a margem de contribuição, unitária e total, da empresa. Portanto, o trabalho envolverá a etapa inicial de classificação de gastos e exposição dos métodos de rateio dos gastos variáveis, permitindo definir a margem de contribuição, determinando os produtos com maior e menor lucro bruto. Além disso, a análise do custo-volume-lucro da empresa multiproduto, conseguindo verificar o volume mínimo de operação necessária para que a empresa não dê prejuízo. Por fim, também conseguimos averiguar a margem de segurança operacional da empresa, identificando o quão acima do ponto de equilíbrio ela atua.

Publicado

2022-01-01

Número

Sección

XXXI Encontro de Extensão

Cómo citar

ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO DE UMA INDÚSTRIA DE SORVETES. (2022). Encontros Universitários Da UFC, 7(16), 2541. https://periodicos.ufc.br/eu/article/view/86791