AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DE PRATICANTES DE ESCOLAS DE SURF E STAND UP PADDLE DE FORTALEZA SOBRE CONCEITOS DE RECONHECIMENTO DE VÍTIMAS DE AFOGAMENTO.

Autores/as

  • Jean Lopes Queiroz
  • Yuri Valentim Carneiro Gomes
  • Larissa Bezerra Santiago
  • Maria Eduarda Cordeiro Parente
  • Lucas Rodrigues Melo
  • Ricardo Maria Nobre Othon Sidou

Resumen

A cada ano, afogamento são responsáveis por 250 mil mortes no mundo e cerca de 6 mil no Brasil, sendo crianças e jovens do sexo masculino as principais vítimas. O reconhecimento do evento é o primeiro passo da cadeia de sobrevivência da assistência ao afogado, sendo esse reconhecimento indispensável para salvar vítimas de afogamento. Esta pesquisa tem como objetivo avaliar a capacidade de reconhecimento dos sinais precoces do afogamento emitidos pelas vítimas por alunos de surf de 2 escolas de surf e 1 escola de Stand Up Paddle (SUP) de Fortaleza (Envolve More Surf School, Surf Ladies, Ceará SUP School). Esta população frequenta os locais onde os acidentes por submersão ocorrem em maior frequência sendo capaz de presenciar e atuar de forma precoce no resgate e na reanimação das vítimas com prática adequada de BLS (Basic Life Support). Os resultados mostraram que 40% dos praticantes já tinham participado de outras instruções ou capacitações sobre o tema afogamento. Porém, cerca de 80% dos participantes demonstraram desconhecer aspectos essenciais sobre o reconhecimento de uma vítima de afogamento e 25% não foram capazes de mencionar qual principal fator precipitante desse evento. Podemos concluir que existe uma deficiência educacional dos praticantes de esportes aquáticos, necessitando oferecer periodicamente cursos de capacitação para esses praticantes de Fortaleza, afim de fixar os conhecimentos.

Publicado

2022-01-01

Número

Sección

XXXI Encontro de Extensão

Cómo citar

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DE PRATICANTES DE ESCOLAS DE SURF E STAND UP PADDLE DE FORTALEZA SOBRE CONCEITOS DE RECONHECIMENTO DE VÍTIMAS DE AFOGAMENTO. (2022). Encontros Universitários Da UFC, 7(16), 2608. https://periodicos.ufc.br/eu/article/view/86859