VIVÊNCIA DA TERRITORIALIZAÇÃO COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA FORA DA SALA DE AULA

Autores

  • Daniela Nascimento da Silva
  • Felipe Moreira de Paiva
  • Ana Paula Soares Gondim

Resumo

Conhecer o território é um instrumento de grande importância e um caminho para realizar ações de promoção e de atenção integral à saúde. A territorialização representa importante instrumento de organização dos processos de trabalho e das práticas de saúde coletiva, posto que as ações de saúde seja implementadas sobre uma base territorial detentora de uma delimitação espacial previamente determinada. Esse estudo tem como objetivo relatar a experiência vivenciada na monitoria da disciplina de Integração a Prática farmacêutica III do Curso de Farmácia da Universidade Federal do Ceará, no período de abril a novembro de 2019. Durante esses dois períodos, além das aulas teóricas foram realizadas visitas técnicas nas Unidades Básica de Saúde com o intuito de mostrar aos alunos as salas de situações das unidades onde ocorre a tomada de decisões acerca das atividades do território. A turma é composta por cinquenta alunos por semestre e para a realização dessas atividades foi realizado uma divisão em oito grupos,cada grupo realizava a análise territorial e identificava possíveis problemas sociais, ambientais, epidemiológicos para construção de uma proposta de intervenção. Foram exercidas ações tanto nas unidades de saúde como em escolas. Enquanto monitora, me foi proporcionado o acompanhamento dos alunos durante toda a atividade e consegui observar o quanto essa experiência proporcionou aos estudantes, a mim e também a comunidade. Concluindo, o exercício da atividade de monitoria reforçou e motivou-me no desenvolvimento de minhas habilidades, contribuindo assim para os conhecimentos teórico-prático da disciplina.

Publicado

2019-01-01

Edição

Seção

XXVIII Encontro de Iniciação à Docência

Como Citar

VIVÊNCIA DA TERRITORIALIZAÇÃO COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA FORA DA SALA DE AULA. (2019). Encontros Universitários Da UFC, 4(4), 3735. https://periodicos.ufc.br/eu/article/view/58124