INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA LESÃO DO PLEXO BRAQUIAL ATRAVÉS DO FES E CINESIOTERAPIA: ESTUDO DE CASO

Authors

  • Alderi da Silva Cunha Faculdade Santa Maria
  • José Humberto Azevedo de Freitas Junior Faculdade Santa Maria
  • José Evaldo Gonçalves Lopes Junior Universidade Federal do Ceará
  • Alinne Danielle Jácome de Figueiredo Faculdade Santa Maria

DOI:

https://doi.org/10.36517/rfsf.v2i1.20559

Keywords:

Modalidades de Fisioterapia. Terapia por Estimulação Elétrica. Plexo Braquial.

Abstract

A lesãodo Plexo Braquial (PB) é trauma provocado por determinados fatores, como armasde fogos, tração excessiva e acidentes automobilísticos. Essas lesões podem sermuito complexas e de recuperação lenta, seu processo de reabilitação depende dograu da lesão e prognóstico variável. A presente pesquisa teve como objetivoavaliar a intervenção fisioterapêutica na lesão do plexo braquial através daFES e cinesioterapia. Trata-se de um estudo de caso descritivo quantitativo, realizadona Clínica Escola Integrada da Faculdade Santa Maria em Cajazeiras-PB entreout./nov. de 2011. Foi utilizado eletro-estimulação (FES), cinesioterapia ealongamentos na musculatura com 15 sessões, em três dias alternados semanalmentecom exercícios passivos, ativo-assistidos. Com amostra unitária, paciente de 39anos, casado, residente em Cajazeiras-PB. Foram seguidos os princípios aspectoséticos contidos na resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. O pacientefoi esclarecido sobre a mesma, leu e concordou com o termo de ConsentimentoLivre e Esclarecido. Respondeu um questionário de qualidade de vida o SF36. Osresultados serão descritos textualmente a partir do agrupamento de ideias emtabelas, pois as informações foram analisadas através da estatística descritivasimples utilizando o programa Microsoft Office Excel 2003. Os resultadosrevelaram que o paciente apresentou melhora na sensibilidade e motricidade paragrau 3+ após as sessões de fisioterapia. Na avaliação inicial, apresentava commovimentos ausentes. Na inspeção foi observado trofismo muscular do MSE.Concluímos que a melhor abordagem para pacientes com lesão do plexo braquial éo atendimento precoce da fisioterapia. Nesse estudo, pode-se destacar que a fisioterapiacontribuiu para a melhoria da qualidade de vida mesmo de forma discreta,refletindo nas suas atividades de vida diária.

Author Biographies

  • Alderi da Silva Cunha, Faculdade Santa Maria
    Bacharel em fisioterapia pela Faculdade Santa Maria.
  • José Humberto Azevedo de Freitas Junior, Faculdade Santa Maria
    Mestre em ciências do desporto pela Universidade de Trás os Montes e Alto Douro (UTAD), especialista em fisioterapia neurológica pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e graduado em fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Atualmente é professor do curso de fisioterapia da Faculdade Santa Maria-PB, membro do NDE e recepcionou o MEC na autorização e reconhecimento do mesmo. Tem experiência na área de Fisioterapia com ênfase nas disciplinas: anatomia, fisiologia, histologia e embriologia, bioética, semiologia, imaginologia, fisiopatologia do sistema nervoso e fisioterapia
  • José Evaldo Gonçalves Lopes Junior, Universidade Federal do Ceará
    Doutorando em Biotecnologia pela RENORBIO (Rede Nordeste de Biotecnologia   UFC/UECE, 2010), mestre em Ciências Fisiológicas (UECE, 2005), especialista em Saúde do Idoso (UECE, 2003) e Fisioterapeuta (UNIFOR, 1998).  Possui experiência didática nas disciplinas de Anatomia Humana Sistêmica e Locomotora, Cinesiologia e Biomecânica e Fisioterapia aplicada à Geriatria e Gerontologia. Atua como pesquisador no estudo das doenças traumatológicas, ortopédicas e reumatológicas no processo de envelhecimento, no estudo fitoquímico e no estudo do potencial farmacológico das plantas medicinais.
  • Alinne Danielle Jácome de Figueiredo, Faculdade Santa Maria
    Bacharel em fisioterapia pela Faculdade Santa Maria.

Published

2013-07-01

How to Cite

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA LESÃO DO PLEXO BRAQUIAL ATRAVÉS DO FES E CINESIOTERAPIA: ESTUDO DE CASO. (2013). Fisioterapia & Saúde Funcional, 2(1), 62-68. https://doi.org/10.36517/rfsf.v2i1.20559