Entre a sobrevida e a funcionalidade: a reabilitação neurofuncional como elo perdido do cuidado em saúde
DOI:
https://doi.org/10.36517/rfsf.v12i2.96494Resumo
O avanço das políticas públicas voltadas à atenção às condições agudas, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), o Trauma Crânio Encefálico (TCE) e a Lesão Medular (LM), bem como às condições genéticas raras, a exemplo da Atrofia Muscular Espinhal (AME), representa uma conquista relevante para o Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação do acesso ao diagnóstico, ao tratamento medicamentoso e à atenção hospitalar especializada tem contribuído de forma expressiva para a redução da mortalidade. Contudo, embora essencial, esse desfecho não pode ser compreendido como o ponto final do cuidado. Torna-se imperativo investir na continuidade da assistência, de modo a ampliar os ganhos nos indicadores de morbidade, funcionalidade e participação social.
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Copyright (c) 2025 Renata Viana Brígido de Moura Jucá, Lidiane Andrea Oliveira Lima, Ramon Távora Viana, Rodrigo Fragoso de Andrade

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