Permanência e resistência das comunidades remanescentes de quilombos no Paraná

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26895/geosaberes.v8i15.576

Palavras-chave:

Comunidades Remanescentes de Quilombos, Paraná, Território

Resumo

No Paraná, a escravidão ocorreu nas regiões de ocupação mais antiga, a mão-de-obra escrava era utilizada no cultivo de erva mate ou na prática de pecuária. Onde a escravidão esteve presente, os quilombos surgiram e hoje esses territórios são denominados de Comunidades Remanescentes de Quilombos (CRQs). Este artigo buscou entender a permanência e a resistência das CRQs no Paraná por meio de levantamento bibliográfico sobre o processo de escravidão no estado, a visão de quilombo enquanto um território, o contexto em que as CRQs surgiram e sua espacialidade atual e as estratégias de resistência das comunidades. Com isso, observou-se que a conquista de terras quilombolas é um processo contínuo de luta, e têm como obstáculos as ameaças ininterruptas de perdas de suas terras, em especial devido a expansão de culturas para exportação e de áreas de plantio de madeira de uso comercial.

Biografia do Autor

  • Margarida de Cássia Campos, Universidade Estadual de Londrina

    Professora do curso de Geografia da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

  • Tainara Sussai Gallinari, Universidade Estadual de Londrina

    Graduada em Licenciatura em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL).

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Publicado

2017-08-08

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Permanência e resistência das comunidades remanescentes de quilombos no Paraná. (2017). Geosaberes, 8(15), 131-142. https://doi.org/10.26895/geosaberes.v8i15.576