Viver entre margens: sentidos de ser ribeirinho sertanejo no Baixo São Francisco

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26895/geosaberes.v10i22.751

Palavras-chave:

Convivialidade, Lugar-território, Ser-no-mundo, Ribeirinho Sertanejo

Resumo

O artigo apresenta os sentidos de Ser Ribeirinho Sertanejo. A construção dessas significações decorreu da convivialidade expressa no relacionamento com o rio e com o sertão. Apresentamos como referencial de investigação empírica o baixo curso do rio São Francisco inserido no domínio das terras semiáridas, entre os estados de Alagoas e Sergipe. Neste processo investigativo, recorremos à entrevista semiestruturada, buscando envolver as terras, as águas e as gentes que caracterizam e dão singularidade a um ambiente socioeconômico, cultural e identitário marcado pela profunda interação do homem com a natureza. Aportados nas bases da fenomenologia, buscamos apresentar o rio São Francisco como lugar e território qualificados pelas experiências, pelas práticas cotidianas e pelas relações de pertencimento que caracterizam os sentidos de ser-no-mundo e de ser ribeirinho sertanejo.

Biografia do Autor

  • Cícero Bezerra da Silva, Universidade Federal de Sergipe (UFS), Brasil

    Mestrando do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

  • Maria Augusta Mundim Vargas, Universidade Federal de Sergipe (UFS), Brasil

    Professora do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

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Publicado

2019-09-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Viver entre margens: sentidos de ser ribeirinho sertanejo no Baixo São Francisco. (2019). Geosaberes, 10(22), 177-188. https://doi.org/10.26895/geosaberes.v10i22.751