RELAÇÃO ENTRE A FRAGILIDADE AMBIENTAL, QUALIDADE DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS E ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NO CÓRREGO SÃO DOMINGOS, TRÊS LAGOAS-MS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26895/geosaberes.v11i0.793

Palavras-chave:

Fragilidade Ambiental, Qualidade da Água, Áreas de Preservação Permanente, Geoprocessamento

Resumo

A dinâmica de alterações no uso e cobertura da terra e demais ações antrópicas levam à necessidade da compreensão do ambiente de forma integrada. O objetivo desta pesquisa se assenta na construção de uma análise sistêmica e a compreensão da relação entre os elementos naturais. Para o estudo utiliza-se um mapa síntese de fragilidade ambiental e analisa-se a qualidade das águas superficiais e áreas de preservação permanentes (APPs). A bacia apresenta em sua maioria fragilidade ambiental média (74,85%). As classes de águas superficiais detectadas foram classe I e classe II, com menor presença de vegetação natural em APPs relacionadas à classe II. Conclui-se que áreas com plantio de silvicultura tendem a propiciar maior proteção ao solo contra ação das águas pluviais, evitando de maneira eficaz problemas relativos à erosão em relação a áreas com presença de pastagem sem o manejo adequado.

Biografia do Autor

  • Rafael Martins Brito, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Brasil

    Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

  • Patrícia Helena Mirandola Garcia, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Brasil

    Professora do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

  • Matheus Henrique de Souza Barros, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

    Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

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Publicado

2020-01-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

RELAÇÃO ENTRE A FRAGILIDADE AMBIENTAL, QUALIDADE DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS E ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NO CÓRREGO SÃO DOMINGOS, TRÊS LAGOAS-MS. (2020). Geosaberes, 11, 12-31. https://doi.org/10.26895/geosaberes.v11i0.793