As práticas de leitura de estudantes de um Instituto Federal de Educação
uma análise das estatísticas de empréstimos dos usuários de uma biblioteca multinível
DOI:
https://doi.org/10.36517/ip.v10i.93795Keywords:
Instituto Federal de Goiás, Bibliotecas multinível, Práticas de leituraAbstract
Este estudo analisa as práticas de leitura dos estudantes do Instituto Federal de Goiás do campus de Águas Lindas de Goiás por meio da extração de relatórios gerenciais extraídos do software Sophia. Objetiva, de maneira geral, identificar quais são as principais estatísticas de empréstimos de obras dos estudantes do Instituto Federal de Goiás na biblioteca do campus de Águas Lindas de Goiás de abril de 2022 a dezembro de 2022. Especificamente, tem como objetivos: levantar os principais relatórios gerenciais estatísticos de empréstimo de obras dos estudantes; constatar os principais assuntos emprestados pelos estudantes; e identificar diferenças estatísticas entre os assuntos emprestados na biblioteca do Instituto Federal de Goiás na biblioteca do campus de Águas Lindas de Goiás de abril de 2022 a dezembro de 2022 nos diferentes níveis escolares dos usuários. Constitui pesquisa básica quali-quantitativa, exploratória, descritiva, bibliográfica e documental. Os resultados demonstram maior quantitativo de empréstimos pelos alunos de obras “não curriculares” e menor quantitativo da prática pelos estudantes de períodos não integrais. Conclui que as práticas de leitura dos alunos podem ser embasadas na identificação com o contexto, com a oferta das aulas nos períodos integrais ou não-integrais e com a faixa etária destes.
Downloads
References
ABREU, M. Diferença e desigualdade: preconceitos em leitura. In: MARINHO, M. (org.). Ler e navegar: espaços e percursos de leitura. Belo Horizonte, MG: Ceale, 2001, p. 139-160.
ALMEIDA, J. L. S. de. A Biblioteca como Organização Aprendente: o desenvolvimento de competências em informação no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba. 2015. 123 f. Dissertação (Mestrado em Gestão de Organizações Aprendentes) -Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2015. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/7671?locale=pt_BR. Acesso em: 19 set. 2023.
BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Federal de Goiás. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2022. Disponível em: https://www.ifg.edu.br/apresentacao-a-instituicao?showall=&limitstart=. Acesso em: 18 set. 2023.
BRASIL. Ministério da Educação. Instituições da Rede Federal. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/estrutura-organizacional/orgaos-especificos-singulares/secretaria-de-educacao-profissional/rede-federal/instituicoes-da-rede-federal. Acesso em: 18 set. 2023.
CRIVELLARI, H. M. T.; SIMA, A. M. Biblioteca universitária, escolar e comunitária: o caso da biblioteca comunitária “Professora Ebe Alves da Silva” do IFMG. RDBCI: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, SP, v. 14, n. 1, p. 28–48, 2015. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8640597. Acesso em: 19 set. 2023.
GASQUE, K. C. G. D.; COSTA, S. M. de S. Evolução teórico-metodológica dos estudos de comportamento informacional de usuários. Ciência da Informação, v. 39, n. 1, p. 21–32, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ci/a/wzMJ66VNkZZxxKxnk7G3ktm/?lang=pt#. Acesso em: 29 set. 2023.
IFG – CAMPUS ÁGUAS LINDAS. A Gestão do Campus de Águas Lindas de Goiás informa que retomará a totalidade das atividades presenciais acadêmicas [...]. Águas Lindas de Goiás, 01 de abr. 2022. Instagram: ifg_aguaslindas. Disponível em: https://www.instagram.com/p/Cb0FwNnMnMC/?igshid=MTc4MmM1YmI2Ng%3D%3D. Acesso em: 23 set. 2023.
MACEDO, S. M. S.; ORTEGA, C. D. Unidades de informação: termos e características para uma diversidade de ambientes de informação. Em Questão, v. 25, n. 2, p. 326-347, 2019. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/113857. Acesso em: 18 set. 2023.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
MOUTINHO, S. O. M. Práticas de leitura na cultura digital de alunos do ensino técnico integrado do IFPI – Campus Terezina Zona Sul. 2014. 183 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, 2014. Disponível em: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3075. Acesso em: 19 set. 2023.
SANTOS, A. P. O Bibliotecário além das margens no processo de letramento informacional. In: AMORIM, A. C.; WUNDER, A. (Org.). Leituras sem margens. Campinas, SP: Edições Leitura Crítica; ALB, 2014.
SANTOS, A. P. D.; LIMA, M. M.; RESENDE, V. F. A. A legislação da biblioteca escolar nos estados pós lei 12.244: o que mudou?. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 17, p. 1-25, 2021. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/165882. Acesso em: 19 set. 2023.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1989.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro, 1993.
LE COADIC, Yves-françois. Ciência da Informação. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2004. 124 p.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Myriam Martins Lima, Andréa Pereira dos Santos

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License que permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.




