UNIVERSIDADE ABERTA À TERCEIRA IDADE: UMA TENTATIVA DE EMANCIPAÇÃO

Autores

  • Maria Carolina Gobbi dos Santos Lolli
  • Luiz Fernando Lolli
  • Eliane Rose Maio

DOI:

https://doi.org/10.29148/labor.v1i12.6579

Resumo

O presente texto tem por objetivo analisar o papel que a Universidade Aberta à Terceira Idade tem na sociedade atual considerando seu histórico. Tendo em vista o aumento da população idosa no mundo todo, que também pode ser observado no Brasil, faz-se necessário ressaltar a importância e o significado da educação que pode, possibilitar o desenvolvimento de uma visão crítica sobre si mesmo e a sociedade em que está inserido, bem como possibilitar novas oportunidades. A herança deixada por Pierre Vellas se multiplicou pelo mundo todo, chegando ao Brasil na década de 1970 e à Maringá no ano de 2009, com a UNATI/UEM. O presente texto nos faz perceber que a participação nas UNATIs espalhadas pelo mundo, implica também uma participação mais efetiva na sociedade, na tentativa da busca pela autonomia. Prezando por abordagem multidisciplinar no currículo e na metodologia de trabalho, estas instituições priorizam o processo de valorização da terceira idade analisando constantemente os diversos aspectos: biopsicológico, político, espiritual e sociocultural, tendo como finalidade integrar esses cidadãos à sociedade contemporânea tornando-os mais ativos, alegres e participativos.

Biografia do Autor

  • Maria Carolina Gobbi dos Santos Lolli
    Graduada em Farmácia pela Universidade Estadual de Maringá e em Pedagogia pelo UNICESUMAR. Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Maringá. Atualmente é Mestranda do Programa de pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá.
  • Luiz Fernando Lolli
    Graduado em Odontologia pela Universidade Estadual de Maringá. Mestre em Ciências farmacêuticas pela Universidade Estadual de Maringá. Doutor em Odontologia Preventiva e Social – Pela Universidade Estadual Paulista (UNESPAraçatuba). Atualmente é docente adjunto do departamento de odontologia da Universidade Estadual de Maringá e da Faculdade Ingá de Maringá (UNINGÁ) e Coordenador do Mestrado Profissionalizante em Odontologia da UNINGÁ.
  • Eliane Rose Maio
    Graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá. Mestre em Psicologia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – Assis). Doutora em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – Araraquara). Pós Doutora em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – Araraquara). Atualmente é docente adjunta do departamento de Teoria e Prática da Educação da Universidade Estadual de Maringá. É também docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá.

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Publicado

2017-03-16

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

UNIVERSIDADE ABERTA À TERCEIRA IDADE: UMA TENTATIVA DE EMANCIPAÇÃO. Revista Labor, [S. l.], v. 1, n. 12, p. 131–151, 2017. DOI: 10.29148/labor.v1i12.6579. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/labor/article/view/6579. Acesso em: 24 fev. 2026.