CARACTERÍSTICAS, IMPACTO E PERSPECTIVAS EM GEOMORFOLOGIA E PEDOLOGIA NA PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2019.e18012

Palavras-chave:

CAPES, Ciência Brasileira, Epistemologia, Endogenia

Resumo

A Geomorfologia e a Pedologia estão presentes em diversos programas de pós-graduação em Geografia. Mas, não existe uma avaliação qualitativa e quantitativa de seu papel em cada programa. Os objetivos deste trabalho foram a) avaliar o impacto da Geografia Física nos programas de pós-graduação em Geografia; b) caracterizar a produção científica em Geomorfologia e Pedologia no âmbito dos programas de Geografia no Brasil; c) avaliar as perspectivas e riscos para a Geomorfologia e Pedologia no contexto da Geografia Brasileira. A principais conclusões foram: 1) a correlação do IH-programa, que tem como base o impacto da produção docente, explica em torno de 70% da nota do programa; 2) nos programas da região Sudeste a Geografia Física apresentou a menor participação (20,8%) no IH-programa; 3) a região Sul se destaca com a maior produção científica em Geomorfologia (36,2%) e em Pedologia (39,4%); 4) as áreas de Geomorfologia e Pedologia, divulgam 50% de seus artigos em língua inglesa; 5) na Pedologia 67% dos artigos são divulgados em inglês.

Palavras-chave: CAPES, Ciência Brasileira, Epistemologia, Endogeniaregião Sudeste a Geografia Física apresentou a menor participação (20,8%) no IH-programa; 3) a região Sul se destaca com a maior produção científica em Geomorfologia (36,2%) e em Pedologia (39,4%); 4) as áreas de Geomorfologia e Pedologia, divulgam 50% de seus artigos em língua
inglesa; 5) na Pedologia 67% dos artigos são divulgados em inglês.

Palavras-chave: CAPES, Ciência Brasileira, Epistemologia, Endogenia

Biografia do Autor

  • Edivaldo Lopes Thomaz, Universidade Estadual do Centro Oeste, Guarapuava (PR), Brasil

    Professor Associado, Departamento de Geografia, Universidade Estadual do Centro-Oeste-UNICENTRO, Guarapuava-PR. Formado em Técnico Agropecuária, função exercida na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária por oito anos. Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (1995). Mestre (2000) e Doutor (2005) em Ciências, Geografia Física, pela Universidade de São Paulo com estágio na University of Toronto, Canada (2005) (Tema: Evolução de ravina sob chuva simulada). Pós-doutorado na School of Environment and Society, University of Wales, Swansea, UK (2010) (Tema: Fogo e erosão do solo) e The Universtiy of Texas at Austin, US (2014) (Tema: Processos hidrogeomorfológicos em estradas não pavimentadas). Secretário da European Geoscience Union (2014-2015), subdivision soil, environment and Ecosystems. Sócio fundador e membro da União da Geomorfologia Brasileira desde 1996. Membro do Conselho Científico do Boletim Goiano de Geografia e da Revista Sociedade e Natureza. Revisor dos periódicos: Earth Surface Processes and Landforms, Catena, Agriculture, Ecosystems & Environment, Science of The Total Environment, Land Degradation and Development, Geoderma, Revista Brasileira de Geomorfologia dentre outros. Atualmente é Editor Associado do periódico Fire (http://www.mdpi.com/journal/fire). Consultor da CAPES na Área de Geografia na avaliação Quadrienal 2013-2016, APCN, Qualis-Periódicos e Qualis-Livros. Coordenador do Programa de Pós-graduação em Geografia-UNICENTRO (2018-2020). Membro do Comitê Assessor de Área (CAAs) - Fundação Araucária - CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA (2017 -2019). Desenvolve pesquisa em Geomorfologia Experimental e processos em vertente. Temas de pesquisa: erosão do solo, erodibilidade do solo, estabilidade de agregados, influência do fogo nas propriedades do solo e nos processos hidroerosivos, impactos hidrogeomorfológicos causados por estradas não pavimentadas, bioerosão, conectividade hidrogeomorfológica vertente-rio e conservação de solo e água. 

Publicado

2019-07-03

Edição

Seção

Artigos