ANÁLISE AMBIENTAL ATRAVÉS DE GRÁFICOS EM REDE

Autor/innen

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2018.e17024

Schlagwörter:

Características físicas; uso da terra, forçamento do sistema; processos erosivos., Estado Geoecológico, problemática erosiva, uso inadequado

Abstract

Este artigo aborda a problemática erosiva da alta bacia do ribeirão Areia Dourada, Marabá Paulista (SP),
mediante avaliação conjunta das formas erosivas com as variáveis físicas e antrópicas. Para tanto, a partir
de princípios metodológicos foram analisadas as informações de litologia, solos, formas de relevo e
energia do relevo, identificando a restrição ao uso, concebida a partir do potencial à erosão das variáveis
avaliadas. Essa restrição foi analisada em conjunto com o uso da terra, possibilitando identificar a relação
de compatibilidade e incompatibilidade do uso atual com as características físicas dos terrenos e as formas
erosivas. As informações mencionadas foram trabalhadas conjuntamente a partir de gráficos em rede. Como
resultado, obteve-se uma síntese da complexidade entre as combinações das variáveis físicas e antrópicas,
que permitiram indicar os elementos de forçamento do sistema, catalisadores dos processos erosivos, os
mecanismos pelos quais os processos evoluem e os terrenos sujeitos à erosão, caso os condicionantes atuais
se mantenham.

Palavras chaves: Características físicas; uso da terra, forçamento do sistema; processos erosivos.

Autor/innen-Biografien

  • Felipe Augusto Scudeller Zanatta, Universidade Estadual Paulis, Rio Claro (SP), Brasil

    Possui graduação em Licenciatura (2009) e Bacharelado (2010) em Geografia pela FCT Unesp, campus Presidente Prudente. Mestre (2014) e Doutor (2018) em geografia pelo IGCE/UNESP, campus de Rio Claro. Tem experiência em geomorfologia, cartografia temática, erosão do solo e aplicação da legislação ambiental. Doutorando em Geografia pelo IGCE,/UNESP, Campus de Rio Claro.

  • Cenira Maria Lupinacci, Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente (SP), Brasil.

    Possui graduação em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1993), mestrado em Geografia (1997), doutorado em Geociências e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001) e livre docência em Geomorfologia. Atualmente é professora doutora da Universidade Estadual Paulista - Júlio de Mesquita Filho. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geomorfologia, atuando principalmente nos seguintes temas: geomorfologia, cartografia geomorfológica, erosão e planejamento ambiental.

  • Marcos Norberto Boin

    Possui graduação em Geologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1975) e doutorado em Geociências e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2000). Experiência em prospecção mineral nos anos 1970, na DOCEGEO. Experiência no ensino superior, na Fundação Universidade Federal de Mato Grosso em Cuiabá, com aulas no Curso de Geologia, no final da década de 1970. No Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo ? IPT, na primeira metade da década de 1980, onde desenvolveu pesquisa mineral em granitos. Do ano de 2002 a 2014, trabalhou como Assistente Técnico de Promotoria no Ministério Público do Estado de São Paulo e de 2008 a 2015 na Universidade do Oeste Paulista UNOESTE, nos cursos de graduação em Geografia, Biologia, Química, Tecnólogo em Produção Sucroalcooleira e Turismo .

Veröffentlicht

2018-10-18

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Artigos