TEMPESTADE DE GRANIZO E SUAS REPERCUSSÕES GEOGRÁFICAS NO INTERIOR PAULISTA

Autor/innen

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2019.e18006

Schlagwörter:

Granizo, Vulnerabilidade Social, Técnicas Geoestatísticas, Defesa Civil, Vulnerabilidade social

Abstract

Este artigo tem como objetivo compreender os eventos extremos de chuva de granizo e as repercussões  espaciais desse fenômeno na área urbana da cidade de Rio Claro (SP). Usando as imagens de radar, foram  examinadas a gênese, a evolução e a dissipação espaço-temporal do fenômeno, e nesse contexto, buscou-se destacar os sistemas atmosféricos atuantes na noite de 1º de junho de 2016. Para analisar os impactos socioeconômicos gerados foram utilizadas informações das ocorrências registradas pela Defesa Civil.  A utilização de técnicas geoestatísticas possibilitou verificar a correlação entre as ocorrências registradas pela Defesa Civil, a vulnerabilidade social nas áreas mais atingidas e o tipo de material construtivo utilizado nos telhados das moradias.

Palavras-chave: Granizo; Técnicas Geoestatísticas; Defesa Civil; Vulnerabilidade social.

Autor/innen-Biografien

  • Diego Corrêa Maia, Universidade Estadual Paulista - Rio Claro - Rio Claro (SP), Brasil

    Doutor em Geografia pela Programa de Pós-graduação da Unesp de Rio Claro (SP), pesquisando temas ligados à Climatologia Geográfica. Atualmente é Professor Permanente do Programa de Pós-graduação em Geografia da UNESP Campus Rio Claro (SP) e tem dedicado suas pesquisas à Geografia Escolar. Desde 2014 é Professor Assistente da Unesp ? Campus Rio Claro (SP) e lidera o grupo de pesquisa do CNPq chamado ?Núcleo de Ensino de Geografia e Didática (NEGED

  • Pedro Augusto Breda Fontão, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro - Rio Caro (SP), Brasil

    Doutor em Geografia pelo Instituto de Geociências e Ciências Exatas da UNESP. Possui experiência científica na área de Geografia, com ênfase em Geografia Física, Análise Ambiental e Climatologia, atuando principalmente nos seguintes temas: climatologia dinâmica, eventos extremos, variabilidade pluvial, análise ambiental e educação.

  • Lucas Barbosa Souza, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro - Rio Caro (SP), Brasil

    Doutor (2006) em Geografia (Análise da Informação Espacial) pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP), Campus de Rio Claro. Pós-doutorado (2018) em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Professor Associado da Universidade Federal do Tocantins (UFT) desde 2004, onde atua junto ao Curso de Geografia (Campus de Porto Nacional) e aos Programas de Pós-Graduação em Geografia (Campus de Porto Nacional) e em Ciências do Ambiente (Campus de Palmas). Desenvolve pesquisas nas áreas de climatologia geográfica, percepção ambiental e planejamento urbano.

  • Anderson Luis Hebling Christofoletti, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro - Rio Caro (SP), Brasil

    Doutor em Geociências e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1998). Atualmente é professor assistemte doutor MS3 Nivel II - no Departamento de Geografia, IGCE - UNESP Campus de Rio Claro. Tem experiência na área de Geografia Física, atuando principalmente nos seguintes temas: Climatologia Geográfica, Hidrologia, Geometria Fractal aplicada em Geografia Física.

  • Thiago Salomão de Azevedo, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro - Rio Caro (SP), Brasil

    Doutor em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Tem experiência na área de Ecologia e Geografia, com ênfase em Ecologia da Paisagem, Saúde Pública e Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: análise espacial, sistemas de informação geográfica, cartografia, geoprocessamento, mapeamento, geotecnologias, estatística, desastres naturais, biogeografia, análise ambiental e epidemiologia.

Veröffentlicht

2019-04-06

Ausgabe

Rubrik

Artigos