FORMAÇÃO DA DENDEICULTURA NA AMAZÔNIA PARAENSE

Autor/innen

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2020.e19007

Schlagwörter:

dendeicultura, estado, política, território, Amazônia.

Abstract

A formação da dendeicultura na Amazônia paraense tem como fio condutor a ação estatal. Ressalta-se que o Estado torna possível a chegada do dendezeiro, incentiva a criação de empresas, por meio de programas, projetos e políticas. O processo de reconstituição dos marcos sobre a origem, a consolidação e a expansão, que vai de a década de 1950 até a segunda década do século XXI, apoia-se na vasta revisão de literatura sobre o tema, levantamento de dados sobre cultivo do dendezeiro, produção de dendê, surgimento, fusão, extinção de empresas e a situação dos projetos de integração da agricultura familiar. A primeira parte do texto enfoca a chegada do dendezeiro na Amazônia; a seguir destaca-se a criação das empresas dendeicultoras e por fim analisa-se políticas para a dendeicultura. Isso explica a distribuição do cultivo predominantemente pela Microrregião de Tomé-açu e o período atual marcado pelos projetos de integração do agricultor rural à cadeia do agronegócio do dendê, através do discurso do desenvolvimento territorial rural com inclusão social e geração de emprego e renda.

Palavras-chave: Dendeicultura, Estado, Política, Território, Amazônia. 

Autor/innen-Biografien

  • João Santos Nahum, Universidade do Pará, Belém (PA), Brasil

    Sou canceriano do município de Abaetetuba (PA), onde me graduei em Licenciatura em Geografia (1992) pela Universidade Federal do Pará, na primeira turma do Projeto de Interiorização. Em 1992 tornei-me professor do então Núcleo Pedagógico Integrado da UFPA (NPI/UFPA), que me ensinou a educar pela pesquisa. Em 1995 graduei-me em bacharel em Ciências Sociais (1995) pela UFPA, onde também cursei especialização em Estado e Fronteira (1996) e mestrado em Planejamento do Desenvolvimento no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (2000). Na PUC-MG cursei especialização em Geografia e Planejamento Ambiental (1995) e na Unesp-Rio Claro fiz doutorado em geografia (2006) na área de organização do espaço. Em 2008 tornei-me professor da Faculdade de Geografia e Cartografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFPA, onde desempenho sua coordenação. Amo o que faço e adoro pesquisar na área de Geografia rural da Amazônia e de Filosofia e Epistemologia da Geografia. E faço da geografia uma ponte para liberdade

  • Leonardo de Souza Santos, Universidade do Pará, Belém (PA), Brasil

    Doutor em Geografia (UFPA); Mestre em Ciências Ambientais (UEPA); Graduado em Licenciatura Plena em Geografia (IFPA); Esp. em Defesa Civil (Faculdade Unyleya); Esp. Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto (IESAN); Esp. em Gestão de Recursos Hídricos: Governança e Sustentabilidade (UNINTER); Esp. Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável (UNINTER); Esp. Meio Ambiente (UOV) e Tec. em Geodésia e Cartografia (IFPA). Cursando Especialização em Geoprocessamento e Georreferenciamento (ProMinas). Graduado em Gestão de Sistema de Segurança (UNAMA) e atuo nos seguintes temas: Segurança pública, Sensoriamento Remoto, Sistemas geográficos de Informações, Geoprocessamento, Cartografia temática, Tutoriais, Corrida de orientação e Piloto e instrutor de Veículo Aéreo não Tripulado (VANT/Drone) . Administro e publico em dois Blog: http://geopara.blogspot.com.br/ e https://observatoriododendecom.wordpress.com/

  • Cleison Bastos dos Santos, Universidade Federal do Pará, Belém (PA), Brasil.

    Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Pará. Professor efetivo de geografia da Secretaria Municipal de Educação de Moju e da Secretaria Executiva de Educação do Estado do Pará - 3ª URE. Pesquisador do Grupo de Pesquisa GDEA - Dinâmicas Territoriais do Espaço Agrário na Amazônia. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia Humana

Veröffentlicht

2020-04-05

Ausgabe

Rubrik

Artigos