POLÍTICA ECONÓMICA E INNOVACIONES TECNOLÓGICAS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/10.4215/rm2019.e18025

Palabras clave:

: La innovación. Política económica. Territorio brasileño.

Resumen

Considerando importantes trabajos sobre innovaciones como los de Schumpeter (1982), Dosi (1982) y especialmente Mazzucato y Penna (2016), que analizaron el sistema de innovación de Brasil y concluyeron que el régimen macroeconómico era una gran debilidad, este trabajo tiene por objetivo analizar y discutir las relaciones entre variables macroeconómicas seleccionadas, como cambio, intereses, inflación y producción industrial y las innovaciones tecnológicas en Brasil. Para ello, se estima un modelo de series temporales de vector de corrección de errores (VEC). El resultado encontrado es una relación negativa entre innovación y las variables macroeconómicas de interés e inflación, una relación positiva con la producción industrial y con la propia innovación y una relación sutilmente negativa, con una depreciación cambiaria a corto plazo, y positiva después de pasar algunos períodos.

Palabras clave: La innovación. Política económica. Territorio brasileño.

Biografía del autor/a

  • Mateus Boldrine Abrita, UEMS

    Doutor em Economia pela UFRGS . Atualmente é professor efetivo da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul nos curso de Geografia Licenciatura e Bacharelado. Tem experiência nos seguintes temas: economia monetária, industrial, brasileira, agronegócio, desenvolvimento regional e econômico, mercado de capitais, inovação e geografia econômica. Possui Livros e capítulos publicados, artigos em periódicos científicos no Brasil e exterior. Também, trabalhos apresentados em eventos científicos no Brasil, países da América do Sul, Europa e Estados Unidos.

  • Ricardo Dathein, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (RS), Brasil

    Doutor em Ciências Econômicas (2000) pelo IE/Unicamp. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Teoria Econômica, atuando principalmente nos seguintes temas: desenvolvimento econômico, políticas econômicas e economia brasileira. Foi chefe do Departamento de Ciências Econômicas, Vice Diretor da Faculdade de Ciências Econômicas e Editor da revista Análise Econômica. Atualmente é Professor Titular da UFRGS e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGE)/UFRGS.

  • Angelo Rondina Neto, UEM

    Doutor em economia pela Universidade Estadual de Maringá (2018) com período sanduíche na Bryant University (EUA) (2017), Mestre em economia pela Universidade Estadual de Maringá (2013) e Bacharel em ciências econômicas pela Universidade Estadual de Londrina (2010). Tem experiência profissional como professor colaborador do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Londrina (2014 a 2017), como professor adjunto do Departamento de Economia da Universidade de Bryant (EUA) (2017) e como professor temporário do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá (2018 - atual). Sua área de interesse de pesquisa é na Economia, sobretudo nas sub-áreas de Macroeconomia e Economia Monetária - possuindo experiência anterior de pesquisas nas sub-áreas de Economia Regional e Industrial. Atualmente seu projeto de pesquisa compreende a estimação e análise das taxas de juros neutra ou natural, com ênfase para o Brasil e sua condução de políticas econômicas, sobretudo monetária, por parte dos formuladores de política.

     

  • Luma de Oliveira, UEPG

    Doutora em Economia Aplicada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS/2017). Atualmente é professora colaboradora na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Tem experiência na área de Economia, atuando principalmente em: Macroeconomia aplicada, Econometria e Curva de Phillips.

Publicado

2019-10-27

Número

Sección

Artigos