ANÁLISIS DE LAS PRECIPITACIONES POR LAS PRUEBAS NO PARAMÉTRICAS DE MANN-KENDALL Y KRUSKAL-WALLIS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2020.e19001

Palabras clave:

Precipitaciones, Semiárido Brasileño, Tendencias, Recursos Hídricos

Resumen

El objetivo principal en este trabajo fue verificar el comportamiento temporal de las lluvias a largo plazo, en una localidad insertada en el Semiárido brasileño. Para ello, se utilizaron datos mensuales de la precipitación de los últimos 107 años (1911 a 2017), cedidos por el Departamento Nacional de Obras Contra la Seca (DNOCS / SUDENE). En posesión de los datos, se determinaron las estadísticas descriptivas en las escalas mensuales, anuales, decadales y climáticas. Posteriormente se han aplicado pruebas estadísticas no paramétricas: Mann-Kendall (tendencia) y Kruskal-Wallis (comparaciones múltiples). La confianza estadística adoptada fue del 95%. Los principales resultados han indicado que el 67,8% de la lluvia anual (661,4 mm) se concentra en apenas 3 meses (Fev-Mar-Abr) y que no hubo tendencia significativa de la lluvia en ninguno de los meses y, consecuentemente anual. Se ha constatado que las décadas de 1930, 1950, 1990 y 2010 han sido las más secas de la serie, mostrando que el actual período seco (2012-2016) no es excepcionalmente inédito. También, se observaron tendencias significativas al 1% de aumento de las lluvias entre 1930-1980 y de disminución de las lluvias de 1960-2000. Para las climatologías, las diferencias fueron significativas al 1% cuando se comparó el Clima_2 (1958-1987), que fue el más lluvioso, con el Clima_1 (1928-1957) y Clima_3 (1988-2017). Se concluye que el clima y la década actual han sido significativamente menos lluviosos, pero no fueron los únicos, ya que otras décadas y/o serie climática pasadas se registraron más secas.

Palabras-clave: Precipitaciones, Semiárido Brasileño, Tendencias, Recursos Hídricos.

Biografía del autor/a

  • Jório Bezerra Cabral Júnior, Universidade Federal de Alagoas, Maceió (AL), Brasil.

    Doutor (2015-2018) em Ciências Climáticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (PPGCC, UFRN).  Atualmente é Prof. Dr. da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), lotado no Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (IGDEMA, UFAL), onde atua no curso de Geografia (Licenciatura e Bacharelado). Proponente e Líder do grupo de pesquisa Climatologia Teórica e Aplicada - CTA (CNPq). Coordenador de Pesquisa do IGDEMA-UFAL e Coordenador do Laboratório de Estudos Climáticos (LAEC). É membro sócio da Associação Brasileira de Climatologia (ABClima) e da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB). Possui experiência na área de Geociências com ênfase em Geografia Física, atuando principalmente nos seguintes temas: Climatologia Geral e Geográfica, Variabilidade e Mudanças Climáticas, Geografia Ambiental, Estatística Aplicada à Climatologia e Geografia, Hidrogeografia e Evapotranspiração.

  • Rebecca Luna Lucena, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Caicó (RN), Brasil.

    Doutora em Geografia pela Universidade de Brasília, com especialidade na área de estudos teóricos e aplicados em Climatologia Geográfica (UnB 2016). Professora de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte CERES/UFRN, onde coordena o Laboratório de Hidrografia, Climatologia e Cartografia - LAHICC e a Estação Climatológica do Seridó (Caicó), UFRN-INMET. Membra efetiva do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Piancó-Piranhas-Açú (CBH-PPA), da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB) e da Associação Brasileira de Climatologia (ABClima). Tem experiência na área de Geociências e Meio Ambiente, trabalhando com temas da Climatologia geral, Climatologia aplicada, Hidroclimatologia e biometeorologia.

Publicado

2019-12-08

Número

Sección

Artigos