ÍNDICE GEOMORFOLÓGICO COMO SUBSIDIO A LA PLANIFICACIÓN URBANA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2020.e19003

Resumen

El crecimiento sin planificación adecuada de las ciudades puede acarrear en áreas potencialmente de riesgo a movimientos de masa y erosión acelerada, lo que se muestra presente en porciones considerables de áreas urbanas del mundo subdesarrollado y en desarrollo. Es indicio de que la cuestión ambiental no recibe la debida atención en los diversos tipos de planificaciones territoriales. En este sentido, es fundamental que la planificación del territorio de las ciudades contenga elementos analíticos que induzcan y faciliten la evaluación del potencial de uso y ocupación de la tierra, de manera a prevenir y mitigar los problemas ambientales derivados de la ocupación desordenada o inadecuada de la tierra. La utilización de la geomorfología como base del análisis integrado del medio ambiente puede ser usada no sólo en la etapa de planificación de las ciudades, sino también de su gestión, ya que las dinámicas de la superficie y subsuperficie constituyen el fundamento de las transformaciones por las que el municipio pasa, convirtiéndose en una herramienta de fundamental importancia para el establecimiento de planes de acción que involucren el desarrollo sostenible de esas áreas. El objetivo del presente trabajo es el de presentar enfoques complementarios de los análisis ambientales, en el sentido de orientar y subsidiar el desarrollo de Planes Directores y de otros instrumentos de planificación territorial. Para ello, utilizamos el Índice Geomorfológico como subsidio a la planificación urbana en la indicación de áreas potenciales para ocupación en el municipio de Itabirito, Minas Gerais.

Biografía del autor/a

  • Paula Marcia Brasil Garcia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte (MG), Brasil.

    Doutora em Geografia e Análise Ambiental. Possui experiência com docência no ensino superior, cujas disciplinas ministradas foram Geoprocessamento, Análise Espacial, Análise Ambiental e Cartografia Digital. Atuou em duas pesquisas, sendo elas Índice de Qualidade de Vida Urbana (IQVU) para o município de Betim,pela PUC MG, e Projeção de mão de obra qualificada pela Fundação João Pinheiro (FJP) e Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA). Atualmente atua no Projeto Manuelzão como analista de geoprocessamento e meio ambiente.

  • Cristina Helena Ribeiro Rocha Augustin, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte (MG), Brasil

    Doutora em Geografia Física pela Johann Wolfgang Goethe Universität, em Frankfurt a. Main, Alemanha (1995). Ocupou duas vezes o cargo de Pró-Reitora de Graduação da Universidade Federal de Minas Gerais (1996-1998; 2002-2005), tendo sido também Diretora do Instituto de Geociências-UFMG (2006-2010). Foi membro e presidente da Comissão que propôs as Diretrizes Curriculares dos Cursos Superiores de Geografia, tendo atuado ainda como avaliadora do MEC. Participou da Comissão de Avaliação, da CAPES para os Cursos de Pós-Graduação em Geografia (2006-2008). Fez parte do Conselho Diretor da Revista Geografias e da Comissão Editorial da Revista Brasileira de Geomorfologia, entre outras. Participou, como Titular, do Conselho de Políticas Ambientais (COPAM) do Estado de Minas Gerais. Trabalha na área de pesquisa de Geomorfologia, com ênfase na geomorfologia dinâmica, hidrologia superficial e subsuperficial, processos de erosão, evolução do relevo e estudos ambientais. Realizou pós-doutorado na Universidade de Berkeley, Califórnia, USA (2010-2011). Foi designada como Coordenadora Adjunta do Comitê de Geografia da CAPES para o Quadriênio 2014-2018.

  • Pedro Benedito Casagrande, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte (MG), Brasil

    Doutorando pelo Departamento de Geologia da UFMG - Modelagem e Geologia de Engenharia. Pesquisador do Laboratório de Geoprocessamento da Escola de Arquitetura da UFMG. Atualmente professor substituto do departamento de engenharia de minas da UFMG.

Publicado

2019-12-08

Número

Sección

Artigos